Fundador do Opera Mundi investigado na Lava Jato defende verbas pra lixosfera na Folha

É muita cara de pau. Em artigo escrito na Folha de hoje, o jornalista Breno Altman, fundador do site Opera Mundi, um dos sites da lixosfera que viviam às custas do dinheiro dos pagadores de impostos, defendeu que o governo Michel Temer estaria promovendo um “golpe contra a liberdade de imprensa” ao “cancelar verbas publicitárias para sites e blogs considerados simpáticos ao Partido dos Trabalhadores” e defender mudanças na EBC.

Breno Altman, que foi investigado no Mensalão e agora novamente na Lava Jato, além de ser ligado ao petista duplamente condenado, José Dirceu, quer continuar vivendo às custas do dinheiro de milhões de pessoas. E não apenas por meio de verbas publicitárias. De acordo com Breno, “as principais democracias do mundo (…) adotam políticas capazes de expandir o direito de expressão para todas as correntes de opinião, por meio de garantias legais, compras governamentais, cotas de anúncios e créditos estatais.”

Por fim, Breno chama a lixosfera de “diversidade editorial e informativa”, a qual, “sem a salvaguarda de mecanismos públicos, fica à mercê da orientação corporativa de controladores privados”. Ou seja, Breno quer viver às custas dos brasileiros por meio do máximo de formas possível para não ter que atender a malvada iniciativa privada que cobra resultados práticos ao invés de apoio político.

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