Por que não sou uma mulher “progressista”

Mulheres “progressistas” defecam e urinam em público para protestar, apontam o dedo na cara das pessoas para intimidar, não gostam de usar absorventes, acreditam que seus corpos são tão puros que não precisam nem de sabonete para ficarem limpas, cultivam seus pelos como quem cultiva arbustos (sem a poda necessária), se auto-proclamam vadias, enfiam objetos em si para promover suas crenças, costuram seus órgãos genitais e participam de orgias sexuais publicamente em nome da arte, fazem alimentos usando seu próprio sangue ou mucosa, uivam, latem, bradam nuas em público, exigem respeito desrespeitando todos ao seu redor, inventam crimes que nunca aconteceram para promover sua agenda, debocham das religiões mesmo fazendo parte de uma seita, andam de quatro portando chifres como bestas, matam seus filhos ainda no ventre, amaldiçoam outros seres humanos por terem 1 cromossomo Y ao invés de 2 X vendo-os como inimigos, abominam seus genitores, ignoram a cadeia alimentar e se alimentam como herbívoros, usam o vômito como opinião contrária, são incapazes de pensar como indivíduos, só pensam em bando, propagam gritos de ódio e guerra sempre em manada, colocam a culpa de suas frustrações e fracassos em todos, menos em si mesmas, preferem homens de saia a homens masculinizados, negam a ciência, a tecnologia (quando convém, claro), as conquistas dos seres humanos sobre o planeta, ignoram biologia, história, matemática, português, nutrição e até a lógica, gritam ao invés de falar, cospem ao invés de ouvir…

Olhando para esse “progressismo” todo, nunca fui tão feliz por ser vista como uma mulher arcaica. Beijos opressores e arcaicos!

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