A verdadeira cultura de estupro existe e é completamente ignorada pelas feministas

Inicio esse artigo lamentando muito o crime cometido contra uma jovem no Rio de Janeiro que foi estuprada por nada mais, nada menos do que trinta infames. Não, não foram trinta homens, foram trinta canalhas! Evitei escrever sobre isto até o momento em razão de considerar que falar sobre tal fato seria pôr em pauta algo que a vítima deseja deixar atrás de si e superar. Todavia, tendo em vista o teor de tantas opiniões proferidas, notei que me calar sobre isto não fará com que o assunto não seja posto em pauta.

Em verdade, o movimento feminista irá se deleitar sobre esse fato para problematizar o que chamam de “cultura do estupro” para angariar novas adeptas para o movimento. É possível observar que a atitude do movimento não é falar sobre a possibilidade de a mulher se defender. A principal atitude é literalmente pôr filtro na foto de perfil das redes sociais com os dizeres “luto contra o fim da cultura do estupro” e tratar sobre isso em postagens informais.

Ao invés de estarmos discutindo problemas, deveríamos buscar soluções. O armamento civil seria uma boa solução a ser discutida para que as mulheres possam se defender e prevenir a ocorrência desses crimes. Se o Estado não pode garantir a segurança a cada um individualmente, isso significa que estas vítimas, bem como as futuras estão a mercê destes criminosos.

Estes homens não podem ser colocados no mesmo patamar que o homem médio da sociedade. Os homens repudiam tanto tal crime que é fato notório que presos “castigam” estes criminosos dentro de presídios. Dizer que há cultura de estupro no Brasil seria como afirmar que qualquer homem seria capaz desta conduta desumana tão somente em razão do que aprendeu ao longo da vida na sociedade.

A sociedade brasileira, mulheres e homens, repudia esse crime. Dizer que todo homem é capaz de cometer tal ato seria como amenizar a culpa desses criminosos, seria como dizer que eles cometem isto em razão da cultura e não de sua desumanidade. O feminismo luta contra a “cultura do estupro”, a sociedade luta contra estupradores.

Não vivemos a realidade de países islâmicos completamente ignorada pelo movimento feminista. Vamos falar sobre a cultura de estupro promovida no islamismo.

As mulheres capturadas em guerra podem tornar-se escravas sexuais, a menos que declarem serem casadas com islâmicos. Sendo casadas com “incrédulos”, todavia, poderão ser estupradas na frente deles antes destes serem mortos. A viúva, então, deve escolher entre ser estuprada ou passar fome (valores islâmicos). As não-muçulmanas, as “incrédulas”, são vistas como prendas que podem vir a servir aos homens quando estes sentirem a necessidade, essa é uma premissa islâmica. É basicamente como se, aqueles que não são islâmicos, não devessem ser respeitados, já que vão queimar no mármore do inferno de qualquer forma apenas por não seguirem o islã.

A burca, inclusive, é tratada por muitos como se fosse questão de modéstia feminina, todavia, o Corão deixa claro que a mesma tem como fim diferenciar as mulheres muçulmanas das não-muçulmanas com o escopo de evitar o estupro. Em suma, a burca indica que apenas o marido pode estuprar, enquanto a ausência dela significa que todos podem estuprar, podendo esta ser “livremente” estuprada.

Aquelas que se recusam a se desfeminizar com o uso da burca são consideradas responsáveis pelo estupro a elas cometidos. Quando este é cometido com mulheres antes do casamento, então, as mesmas são culpadas por terem “participado” de um ato sexual antes do casamento. Entendem agora o porquê as estupradas serem apedrejadas? Se ela não se identifica como islâmica, ela pode ser livremente estuprada, sendo responsável pelo ato, além de ser culpada por “permitir” que o mesmo ocorra antes do casamento.

O estupro não é visto como crime cometido contra a vítima, mas contra sua família e seu marido. Assim, o marido tem total permissão para estuprar sua esposa, caso ela se recuse a servi-lo. A família ainda pode matar a vítima para enterrar juntamente com seu corpo a vergonha que ela representa.

Eis a cultura de estupro. Não existe nada similar na sociedade ocidental ou brasileira. Pôr filtros, problematizar os estupros como resultados de uma cultura social é ridicularizar a vítima ao manifestar um entendimento de que a violência sexual contra ela cometida não tem um culpado individual. Que é o responsável pela dor e sofrimento que a fez passar.

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47 COMENTÁRIOS

  1. Texto muito mal fundamentado. Nem me farei o trabalho de responder a respeito pois tem muita resposta boa acima. Como se uma mulher se armar evitasse que o estupro ocorresse. Uma arma dentro de uma casa pode ser usada por um marido abusivo para estupro e até mesmo morte. Todo portador de arma nunca morre? Possuir uma arma é garantia de vida? Faça me o favor….cada casos é diferente e o que o texto apresenta é uma solução tão ingenua que se torna infantil. Que aliás traria mais problemas. 30 homens não é doença, vc não junta 30 homens com gripe tão fácil, se existe torcida organizada, baile funk, grupo que curte rodeio e etc é considerado Cultura acho que falta um maior entendimento do que a palavra cultura é.

  2. Bom saber que há pessoas preocupadas com a verdadeira cultura do estupro e querendo combater a cultura esquerdista de defesa do estuprador! Parabéns pelo artigo!

  3. É este tipo de artigo que, infelizmente, manipula e inseri nas pessoas incultas falsas ideias sobre questões de extrema importância para defesa de direitos. É aí que percebemos a deficiência das faculdades brasileiras, no caso a UNIFOR de Fortaleza, na formação de seus alunos. Isso aliado ao machismo (imbuído em homens e mulheres) que vigora no Ceará.

  4. Sabe, seu texto tem um aspecto muito interessante, porque você entende a cultura do estupro como uma ferramenta de dominação de cunho religioso, político e moral, lá longe. O entendimento que não figura no seu texto é o de que a base religiosa, política e moral da qual ainda compartilhamos hoje aqui no Brasil não é efetivamente secular, tampouco laica, pelo contrário, o grosso da moral praticada aqui tem exatamente a mesma raiz daquela que você enxerga lá. As religiões patriarcais produzem isso… e isso você sabe. Expor a cultura do estupro não isenta a responsabilidade individual, em contrário, torna a responsabilidade pelo que ela é, coletiva.

    • Ana, coletivo não comete estupro, indivíduos cometem estupro. Podem ser 1000 indivíduos, a responsabilidade é de cada um dele é de ninguém mais.

  5. Texto perfeito! Essas imbecis tentam culpar os homens, generalizando tudo, numa sociedade em que a violência ultrapassou limites. Negros, brancos, pobres, ricos…homens e mulheres são vítimas desse mal todos os dias. Então, se realmente queremos uma solução, devemos identificar o verdadeiro inimigo: a violência.
    E aqui não adianta sermos seletivos. Ou admitimos, como cidadãos que somos, que a violência, seja ela qual for, precisa ser combatida, ou nos tornamos uma sociedade hipócrita, que seleciona indignações. Lamento em dizer, mas feminismo nunca resolveu nem resolverá a violência, enquanto a raiz do problema for segurança pública com leis realmente eficazes.
    Não adianta vir com conversinha mole de “cultura do estupro”, quando a cultura, na verdade, é da violência.

  6. PARABÉNS ! Não entendo o porque e ataca o homem (ser social) e não o estuprador (ser criminoso),E não entendo o porque não vejo as feministas recriminando as musicas de funk que falam de estrupo e orgias com naturalidade.

  7. Excelente texto da Laírcia… Bem claro! Sou homem, convivo na sociedade… Faço parte de vários grupos sociais, onde os valores familiares e o respeito às mulheres são ensinados e praticados. Trabalho com homens e mulheres que passaram por essas experiencias dolorosas, más superaram através da ajuda de grupos de apoio, onde o perdão e o amor os libertaram para viver a vida com satisfação, respeito mútuo e responsabilidades sociais…

  8. Cara, pergunte pra qualquer mulher que vc conheça, se ela jah levou cantada na rua,se alguém já tentou beijá-la a força, meteu a mão por debaixo da sua saia, lhe fez gestos obsceno, viu alguém vigiando-a quando foi utilizar o banheiro público, ficou encarando-a…. e por aí vai.. eu poderia citar aquii mais uns 50 “estupros” diários que as mulheres sofrem. Então meu caro amigo (a). Nao me venha dizer que cultura do estupro existe so em

    • Oi, Lígia. Não confio em pessoas que relativizam a conduta do estupro atribuindo outras condutas como se estupro fosse, isso é um desserviço às verdadeiras vítimas, pois banaliza um crime bárbaro como se fosse simples gestos de canalhisses, porém não crimes e que não agridem o corpo. Evite fazer isso e se coloque na pele da vítima um pouco.

      • Laírcia, fui dopada e estuprada certa vez. Atitudes como as citadas pela Lígia, além do enorme asco que me causam, servem de gatilho pros traumas sofridos… me sinto, às vezes, mais violada ainda, porque, como eu estava dopada, felizmente não tenho tantas lembranças do ocorrido.. mas quando escuto um muxoxo, e penso que o cara tá se imaginando fazendo o mesmo que o agressor fez comigo (me objetificando, desejando tão somente minha carne), me sinto tão coisificada quanto

  9. não me leve a mal, mas não concordo em nada com seu texto…

    primeira coisa, sobre armamento. a posse de armas por parte do cidadão privado nunca na história eliminou criminalidade, como por exemplo no Velho Oeste americano (citando um exemplo entre muitos outros). incentivar o fim da violência por meio da violência é um tanto quanto contraditório. eu entendo sua revolta, porque também sou mulher, mas não acho que me dar possibilidade de matar vai resolver o problema de estupro. Finlandia, Suecia, França, Canada e Alemanha são um dos países mais seguros do mundo para mulheres e a quantidade de armas que eles tem é muito menor que em outros países. o diferencial não é o armamento e sim, a educação, a melhor distribuição de renda e condições dadas à população, para que não caiam na criminalidade e para que tenham a noção de que mulher não deve ser estuprada em nenhum contexto. precisamos disso no Brasil.

    sobre cultura de estupro, não, não é algo que feministas usam para ter mais adeptas ao movimento, como você afirma, isso não faz nem sentido. eu não sei se você entendeu muito bem o que significa cultura de estupro, então vou citar aqui uma definição que encontrei:

    “‘Cultura do estupro’ vem do termo ‘Rape Culture’ que foi inicialmente utilizado pelas feministas dos Estados Unidos, na década de 70. O termo ‘cultura de estupro’ foi desenvolvido afim de mostrar como a sociedade culpava as próprias vítimas de abuso sexual e normalizava a violência sexual contra a mulher.

    A cultura do estupro é um conjunto complexo de crenças que encorajam agressões sexuais masculinas e apoiam a violência contra a mulher. Na cultura do estupro, as mulheres vivem uma continuidade de ameaças violentas todos os dias, que podem começar por cantadas de rua (assédio verbais com conotações sexuais) e levar até assédios físicos e/ou até mesmo ao estupro.

    A cultura do estupro está nas imagens, na linguagem (piadas, gírias, expressões, etc) nas leis, na TV – filmes, séries, propagandas, comerciais – e em outros fenômenos cotidianos que nós vivemos e testemunhamos todos os dias, que fazem a violência contra a mulher parecer algo normal. E nós acabamos acreditando que estupro é uma coisa inevitável: que isso é apenas a forma como as coisas são.”

    você pode perceber pela definição acima que homens, de uma maneira geral, influenciam a cultura de estupro, mesmo que não sejam especificamente estupradores. dessa forma, é claro que um estuprador não pode ser colocado no mesmo patamar de homens que não estupram, porém, a grande maioria dos homens brasileiros são machistas em graus diferentes e é isso que torna o ambiente mais “confortável” para que um estupro aconteça. por isso, é MUITO importante, sim, que a cultura de estupro seja discutida, para que não fique enraizada na criação dos brasileiros e mulheres deixem de ser vistas como objetos e/ou culpabilizadas pela violência que sofrem.

    sobre o islamismo, não é meu lugar de fala e não sei também se é o seu, mas de qualquer maneira, MESMO que tudo isso aconteça lá, isso não muda o fato de que aqui TAMBÉM existe cultura de estupro e que isso deve ser combatido AQUI, por nós, brasileiras. não vamos nos comparar com o pior e sim, com o melhor, ou seja, com sociedades não-machistas. o oposto é apenas conformista.

    outra coisa, não subestime feminismo de Facebook. e trocar a foto do perfil talvez pareça idiota para você, mas é muito importante, abre discussão para esses assuntos e trás popularidade ao tema, o que antigamente não acontecia. quando eu estava na escola (me formei em 2008), NINGUÉM falava sobre feminismo e olha só as inúmeras discussões que temos agora, quantas meninas mais novas do que nós já sabem o que é feminismo e lutam pelos seus direitos, olha a visibilidade que mulheres estão tendo, inclusive na mídia, quantas mulheres estão se unindo. o feminismo de Facebook fez muita diferença nisso e isso é inegável.

    • Você falou em feminismo de Facebook, mas colacionou uma definição do “rape culture” de uma imagem da rede social… Pois bem, colacione para mim artigos científicos e dados estatísticos que comprovem esta cultura. Mesmo no país onde essa discussão se originou, até hoje não houve estudo algum que comprovasse a cultura de estupro no ocidente, apenas achismos. Se você quer falar de um feminismo fora do Facebook, saia dele é procure embasamentos acadêmicos.

  10. Não, nós temos uma cultura que se não promove incita para tal. Mulheres são coisificadas em propagandas de cerveja sem o menor pudor, geralmente tidas como troféu, e nos acostumamos a ver isso como algo absolutamente normal. O termo “cultura do estupro” não trata apenas a questão religiosa que acontece do outro lado do planeta, mas se refere a um homem sentir liberdade de assoviar ou chamar de gostosa uma mulher de 30 anos, de 20 anos ou uma menina de 12 anos sem culpa alguma.

    Talvez você ache que apenas mudar a foto do perfil seja algo banal e sem importância, mas ao fazer isso a discussão sobre o tema se espalha e toma conta da sociedade e talvez a sociedade perceba que há algo de errado. Talvez aquela jovem ou aquela mulher que passou por isso finalmente possa abrir o coração e contar de verdade o que aconteceu quando ela voltava para casa no ônibus sem ter que ouvir, muitas vezes, das próprias amigas que a roupa era justa demais, acinturada demais, que ela estava perfumada demais, maquiada demais ou pq não usa nada disso e sempre tem um engraçadinho querendo “te fazer mulher”.

    A sociedade precisa reconhecer que é errado quando um homem volta a pé para casa à noite com medo de ter seu celular roubado e que muito mais errado é o medo que uma mulher passa ao descer do ônibus e voltar para casa à noite pq eu garanto que a última coisa que ela pensa é em perder o celular.

  11. Artigo fraco com argumentos bem pobres, essa moça ataca o movimento feminista e relativiza situações que devem ser tratadas de forma mais séria. Colocar que existe uma cultura mais barbara, não muda o fato de que existem sim questões culturais no nosso pais. Não enfrentar estas questões e apenas criminalizar a situação é falácia, “Ao invés de discutir problemas deveríamos buscar soluções”, que virão de onde se não discutimos os problemas. Virão de chavões defendidos pela moça que quer liberar as armas, ou da banalização do que ocorre aqui em relação ao fato de algumas sociedades, terem mais adeptos ou serem culturalmente mais explicitos (vide alguns países árabes). Acusar as feministas não se postarem contra estes países é de uma maldade sem tamanho (Se for por ignorância a maldade é maior). Existe sim no pais uma cultura do Estupro, que começa com os caras achando que podem falar o que quiser ao ver a moça passar, depois tirar casquinha e ai se tiver bêbada e na balada pode tudo… E deve ser combatida! A moça me parece escrever um texto para se postar contra o feminismo, por ser historicamente de esquerda. Se postar contra qualquer pauta de esquerda é muito ruim, não me parece razoável ! E temos que lutar contra isso! Ela acusa as feministas de encamparem bandeiras e capitalizar ganhos com a situação, e o texto dela faz exatamente isso para a visão de direita. Fico indignado com a falácia e acho que temos que lutar contra essa cultura que começa na brincadeira de mal gosto, permitida. E olha que não sou mulher, então não sinto na pele o que elas passam, desde o dia que começam a andar na rua.

    • O artigo não eh fraco, são suas críticas a ele que são inconsistentes. Ele tocou no ponto fraco do esquerdismo que eh a hipocrisia ideológica.

    • “Existe sim no pais uma cultura do Estupro, que começa com os caras achando que podem falar o que quiser ao ver a moça passar, depois tirar casquinha e ai se tiver bêbada e na balada pode tudo…”

      Me desculpe, mas você não forneceu evidências empíricas, baseadas em pesquisa estatística, e nem anedóticas sobre a suposta existência de uma cultura do estupro na sociedade brasileira.

      Em primeiro lugar, não me parece que os fatos mencionados são amplamente aceitos pela sociedade.

      Em segundo lugar, também não me parece que eles sejam – ou possam ser – equiparados a uma apologia do estupro.

      Na falta de evidências mais concretas, não é possível afirmar categoricamente que existe – ou inexiste – uma cultura do estupro no Brasil. Na minha opinião tal cultura não existe.

    • Ficarei muito satisfeita em ler os artigos científicos que comprovem a existência dessa cultura. Faria outro texto comentado meu erro. No aguardo.

      • Se o feminismo deveria estabelecer como prioridade o combate à violência contra as mulheres em países fundamentalistas, podemos concluir que os liberais deveriam se mobilizar, primeiramente, em países como a Coréia do Norte, onde o grau de liberdade econômica é zero? Só assim seria um movimento legítimo e coerente?
        Você sabia que eminentes juristas brasileiros sustentavam há pouco tempo (e encontravam eco na jurisprudência) que não pode haver estupro dentro de um casamento, pois se trataria de “exercício regular de direito”?
        E essa questão de permitir de forma indiscriminada o porte de arma para civis, salvo melhor juízo, me parece contraditória: em um momento, o Estado é incapaz de prover a segurança e no outro será capaz de coibir abusos (ainda que “eventuais”) dos que possuem arma de fogo? Ou será na base do “faroeste”, onde cada um faz justiça com as próprias mãos?

        • O Objetivo da Midia Diabolica (Jornaleco lixo televisivo)e formentar o odio entre homens e mulhres colocando uma arma nas mao de cada uns e se mtarem entre si quando poderiam estar curtindo o final de semana depois de uma jornada cansativa de trabalho num chale de praia por exemplo se amando e se conhecendo, esses manginas escravagistas (pisicopatas defensores de feminazis ) prefere o FAROESTE ao invers da paz e harmonia

    • Petrus, deixe-me entender: estamos falando de pessoas capazes nos seus exemplos, correto?

      Pois bem, imaginemos uma situação: tenho (bem) mais que 18 anos. Se um dia vou a uma balada, bebo além da conta e termino a noite na cama com alguma garota, ou, pior, com algum cara, a culpa é de quem?

      Se alguma mulher me faz um elogio, ou me passa uma cantada, eu me sinto BEM. Lamento apenas que sejam poucas… rs…

      Se o elogio parte de um homem, chego tranquilamente no sujeito e esclareço que não jogo nesse time. Se o cidadão ainda assim insistir em nutrir um tesão platônico pela minha pessoa, provavelmente darei risada e seguirei a minha noite da mesma forma que antes. De todo modo, ainda assim entenderei a “cantada” da criatura como um elogio.

      O fato é que a paranóia de alguns chegou a um ponto em que um elogio, se feito de uma maneira que não seja “politicamente correta”, se torna uma verdadeira bomba atômica.

      Sobre o movimento contra a cultura do estupro, lamento informar que ele já começa com o nome errado: o que você e “o movimento” criticam não é uma “cultura do estupro”, e sim uma suposta apologia ao estupro em comportamentos, músicas, propagandas, internet, etc. E se já começa com o nome errado, o que esperar do resto…?

      A cultura brasileira, na verdade, é completamente avessa ao estupro. A própria Laírcia esclarece isso de modo bastante inteligente no texto dela.

      Sinceramente, torço muito para que alguns grupos oportunistas não banalizem possíveis movimentos sociais extremamente importantes – como aqueles que poderiam exigir uma educação de qualidade, ou o direito de se auto-defender dentro de um Estado completamente desprovido de condições de assegurar a integridade física dos seus cidadãos. Isso, por si, já reduziria enormemente as suas queixas.

      Abraço,

      João

    • Mulher feminista ainda é possível compreender e suportar. Agora homem feminista já é demais. É uma aberração. Pior é quando o sujeito reforça que há uma cultura de estupro. É um absurdo!

  12. Comentário: Minimizar a culpa do criminoso é comum da esquerdalha, jogando o cidadão comum trabalhador e boa ídole (grande maioria da população)!!
    As Feminazis imbecis e estúpidas que dizem que todos os homens são estupradores em potêncial devem ter nascido de geração espontânea ou de menstruação radioativa, nunca tiveram um PAI, IRMÃO, TIO ou PRIMO de boa ídole ou bons costumes como a maioria da população!! Se uma babaca destas insinua isto pra mim eu processo!!!

  13. O feminismo é um movimento coletivista e tem como objetivo a destruição da cultura como um todo, estupro e violência doméstica são apenas ferramentas usadas por feministas para atrair a atenção do público para poder ter mais poder político e assim conseguir acabar com a própria herança cultural e genética.

    Basta observar como elas lidam com regiões e culturas que de fato ignoram e não punem o estupro, não apenas elas permitem, como muitas delas gostam dessas culturas e as valorizam, muitas vezes considerando-as superiores à própria cultura em que nasceram e cresceram. Toda essa “revolta” com o estupro é apenas uma máscara para chamar a atenção das outras pessoas e assim obter influência para adquirir poder político.

    Eu também creio que feministas de forma geral possuem algum tipo de distúrbio mental, principalmente a psicopatia, já que elas não sentem qualquer tipo de empatia ou choque com a tortura e morte de pessoas do sexo masculino. Como todas as narcisistas, aquilo que não é igual a elas não merece empatia nem respeito.

    • Moça, quer parar de atacar o movimento e ser menos ignorante?
      Pode ter sido criado na esquerda, mas agora é um movimento liberal de todos os lados, já ouviu falar em sororidade? não sou de esquerda nem de direita, mas tenho empatia pelas mulheres dos dois lados, até as que se consideram “anti-feministas”, feminismo é pra unir mulheres, o foco principal são as mulheres horas!
      Odiar os homens é coisa de “femismo”, me preocupo com os homens como seres humanos comuns, mas não vou deixar de lutar por mim e pelas outras mulheres em uma sociedade que os privilegia, não digo que todas as mulheres são santas, mas e ai? Não posso querer o melhor pra todas? Não posso pensar?
      NÃO odiamos os homens, você digitou tanto e nem se preocupou em pesquisar =/ poxa
      O que me doi mais é que você é uma mulher…

      Antifeminista: pessoa que faz campanha contra o feminismo, logo contra os direitos das mulheres.

      Femismo: palavra usada para deslegitimar feministas que de alguma forma estão incomodando a ordem patriarcal. Femismo muitas vezes é usado como o contrário de machismo, isto é, como a prática social de opressão de gênero contra os homens, logo é falsa simetria, pois não existe uma estrutura social de dominação feminina, a qual conceda privilégios de gênero às mulheres e oprima os homens só por serem homens. Femismo, assim como misandria, não existem na prática social.

      Feminazi: termo pejorativo usado por pessoas ignorantes que querem difamar as feministas, associando-as com nazistas.

      Aqui a lista completa, beijos!
      http://diariosdeumafeminista.blogspot.com.br/2015/12/glossario-de-termos-usados-na.html

      • “feminismo é pra unir mulheres”

        Até onde eu sei, o feminismo luta pela IGUALDADE DE DIREITOS.
        Não é para unir mulheres, é para dar direitos iguais a todos.

        Infelizmente (e esta é a realidade, quer vc queira ou não), o idealismo foi deturpado e tornou-se o popular “feminazismo”, que julga que mulheres devem ter todos os direitos e todos os homens são estupradores e devem morrer etc etc. (novamente deixando claro: é o que vem acontecendo, não é o que eu acho)

        Eu apoio o feminismo teórico. Aquele que defende a igualdade de direitos (e deveres, devo acrescentar), que NÃO É o que estão fazendo atualmente. A maioria INCITA o teórico, mas pratica algo bem diferente.

        • De fato. O sub-grupo divisionista das radfems é que não luta por igualdade e sim por dizer e fazer qualquer coisa que venha das/dos “líderes”ser obedecida e seguida à risca, às cegas, na fé.

      • Oi, fico feliz de não ter pesquisado no blogspot, na verdade…
        No mais, não estou aqui para defender ou criticar algo porque parece de esquerda ou direita, ou liberal, isso é bem irrelevante para a discussão. Não acredito que fornecer direitos na base de canetadas vá ajudar mulheres, a prova disso é que os direitos concedidos às mulheres na esfera trabalhista só fez com que a equiparação salarial ficasse difícil. Logo, se o movimento é pela defesa desses direitos, que é algo que eu já sabia, permaneço contrária à ele. No mais, se você puder sair do blogspot e me fornecer dados estatísticos ou algum estudo que possa comprovar que homens vivem de forma privilegiada. Agradeço.

      • Ótimo texto. Infelizmente se destacou uma turba do movimento feminista (as “rad-fem”!?) que, talvez por berrarem, parecem ser em número maior ou o próprio feminismo.

        Não precisamos ir longe, o leste da Turquia é um ótimo lugar pra estupradores que o governo de Istambul finge desconhecer.

    • ZZxx voce tem razão mas ninguem vai te ouvir a não ser a DIREITA por isso devemos ficar na direitae nao acreditar nas memtiras que essa midia acima acabou de falar , esse LIXO midiatico tem proibido de dar cariacias a um mulher e obvio que vai gerar brigas entre homem e mulher a função do LIXO midiatico e colocar uns contra o outro pode se fazer tudo de ruim roubar matar latrocinio menos Desejar ter um afeminista por perto mesmo que voce tenha trabalhado (Objetificacao dos mentros machistas) o mes todo isso virou crime hediondo agora matar roubar e igual vitima da sociedade coitadinho , O lixo Televisimo Midiatico tem colocado o psicopata no poder e o trabalhador brçao endemonizado por desejar um feminista por perto pare de nos objetificar seus lixos midiaticos trabalhamos e pagamos impostos temos o direito deser feliz e trocar caricias com a mulher amada , mas o lixo midiatico tem envenenado a cabeça da mulher criando essas feminazis esquerdopatas pisicopatas perigosas pregando o odio contra os homens ao invez de pregar amor e paz e harmonia, não se enganem Homens de Direita com o lixo midiatico televisivo.

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