Apoiador do ensino obrigatório de islamismo, Jean Wyllys apresenta projeto “Escola Sem Religião”

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL/RJ) apresentou nesta quarta-feira (29) um projeto de lei (PL 9208/2017) que visa combater a “doutrinação religiosa” nas disciplinas optativas de religião em escolas públicas. De acordo com a justificativa da proposta, “uma interpretação pouco rigorosa da lei tem permitido a proliferação de formas de ensino religioso nas escolas públicas que, em diversas cidades e estados, não respeitam a diversidade enunciada na lei nem impedem, na prática, o proselitismo”. O projeto foi apresentado após o Supremo Tribunal Federal decidir, em setembro, que o ensino religioso confessional (ou seja, vinculado a uma crença específica) não é inconstitucional.

O deputado psolista utiliza a mesma lógica do “Escola Sem Partido” (considerado “fascista” por Jean Wyllys por tentar combater a doutrinação ideológica nas escolas com mais estado) para defender o “Escola Sem Religião”: “regulamentar o ensino religioso de modo a assegurar o respeito à diversidade de crenças dos alunos e impedir que eles sejam vítimas de qualquer tipo de imposição autoritária das doutrinas do/a professor/a, o que sem dúvidas é um abuso contra os direitos das crianças e dos/as adolescentes. (…) É como se, em vez de ensinar sobre o sistema político e sobre o papel da democracia na nossa sociedade, a escola ministrasse aulas de ‘petismo’, ‘tucanismo’, ‘psolismo’ ou ‘pemedebismo’, dependendo da filiação do professor. Na prática, na maioria dos casos em que as escolas praticam o ensino religioso confessional, este não é outra coisa senão catecismo cristão, seja da vertente católica ou evangélica”, afirma o deputado em seu projeto.

Indo contra o caráter de seu próprio projeto, o deputado é declaradamente apoiador do PL 1780/2011, apresentado por Miguel Corrêa (PT/MG), o qual visa obrigar “estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares” a ensinar “cultura árabe e tradição islâmica”, incluindo a “cultura e religiosidade islâmica”.

11 COMENTÁRIOS

  1. Será que ele sabe que faz parte da religiosidade e cultura islâmica, matar a pedradas homossexuais?
    A mula está propondo se ensinar o repúdio e o assassinato de pessoas iguais e ele…

  2. Uma coisa é ensinar a estrutura de crença cristã e outra coisa é utilizá-la para doutrinar pessoas.

    Não consigo ver contradição em ensinar as bases de outras religiões. Aliás, deve-se ensinar não somente a base do islamismo,, mas também incluir todas as vertentes cristãs e demais religiões a fora pelo mundo.

  3. É no que dá eleger vagabundo.
    É o tipo de proposta que o coloca na mídia.
    Vamos fazer ouvidos de mercadorias.

    • O problema é que este cara não foi eleito. Ele não teve votos suficientes para se eleger, mas entrou de carona no quociente partidário pq outro candidato teve muito voto e acabou trazendo isso aí.

  4. O fresco está nervoso. O ignorante não sabe o que fala, cabe a nós sentir vergonha (alheia) por esse imbecil.
    Fico aqui na dúvida: se seria melhor mandar ele para sua amada Cuba onde os assassinos fidel, che guevara e raul (imagino que sejam admirados por esse ignorante, visto o partido onde habita) mataram homossexuais e até hoje se discrimina pela opção sexual (aposto que o ignorante não sebe disso).
    Ou mandar ele para algum desses países muçulmanos onde ser acusado de homossexual (mesmo sem ser um) é motivo para apedrejamento.
    Não tem jeito, ignorância mata. E fico aqui me perguntando: o que diriam fidel e che se encontrassem esse exemplo do que eles tanto odiavam?

  5. Deus tem misericórdia da alma desse sujeito.
    Isso é o caminho para que a ideologia de gênero se instale de uma vez nas escolas.
    O povo precisa acordar e lutar pelos nossos valores.
    Deus seja louvado!!

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