Associação médica recomenda evitar chamar grávidas de “mães” para respeitar transsexuais

Em seu mais novo guia de comunicação, a Associação Médica Britânica recomenda que seja utilizada “linguagem inclusiva” no local de trabalho, evitando utilizar o termo “mãe expectante” para se referir a uma grávida e substituindo-o por “pessoa grávida” para respeitar transsexuais.

O manual acrescenta: “A ampla maioria das pessoas que ficam grávidas ou deram à luz se identificam como mulheres. Mas devemos incluir transsexuais que podem ter uma gravidez usando o termo ‘pessoas grávidas’ ao invés de ‘mãe expectante'”.

O guia também recomenda evitar o uso dos termos “nascido homem” e “nascido mulher” na na medida em que esses termos “são redutivos e simplificam algo complexo”. De acordo com o documento, “a escolha dos termos apropriados é uma importante contribuição para celebrar a diversidade”.

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204 COMENTÁRIOS

  1. Concordo com os comentários, se tem capacidade de gerar um filho, tem que se chamar de mãe. A função de mãe é louvável!!!!!!

  2. Mãe é mãe. Até homossexuais, transexuais e todo grupo lgbt valoriza e tem orgulho de sua mãe. O resto é sem comentários

  3. Carvalho veio, onde vamos chegar com isto, tirar o direito de chamar uma mulher de mãe. Título nobre e merecedor,, se fosse para respeitar pelo menos as verdadeiras mulheres que a natureza não deu ou da este direito até ia. Mas pela razão colocada. Vão catar coquinho em alto mar

  4. Se provarem cientificamente que homem que “virou” mulher é realmente mulher. Aí a gente chama. Até lá, esse povo tem que parar de frescura.

  5. Uma mulher que está grávida mas tem aparência de homem é fácil de identificar e são minoria. Tratar a exceção como padrão é ridículo.

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