Anvisa proíbe único remédio eficiente contra calvície sem efeitos colaterais graves

O produto Rogaine (Minoxidil), que combate à calvície, foi proibido pela Anvisa nesta quarta-feira. Comercializado pela internet, ele não possui nenhum registro na agência sanitária, o que o torna ilegal.

A Anvisa afirmou que já existe outros medicamentos legalizados no Brasil com a mesma fórmula do Rogaine, que usa o Minoxidil com princípio ativo. Entretanto, muitos usuários reclamam de não confiar nas marcas nacionais ou em farmácias de manipulação e dizem que o efeito esperado geralmente não é o mesmo do Rogaine.

 

O princípio ativo do Rogaine, o Minoxidil, age no couro cabeludo dilatando os vasos sanguíneos na região e ajuda a fortalecer os fios. Ao contrário de que muitos pensam, o produto apenas faz crescer fios menores, que estão em processo de queda, e não combate o processo da calvície em si.

Vaquinha O ILISP comprou o domínio "aborto.com.br" e lançará uma campanha pró-vida, mas isso exige recursos. Os interessados em ajudar podem fazê-lo por meio do botão abaixo:

8 COMENTÁRIOS

  1. Não sei em que planeta vcs vivem, mas existem sim outros medicamentos eficientes contra a calvície sem efeitos colaterais. Inclusive dois que usam o mesmo princípio ativo do Rogaine (e que são de excelentes laboratórios).

    Na verdade, acho até burrice quem usa Rogaine, pois ele é vendido pelo triplo do preço de outros medicamentos com mesmo princípio ativo. E esse preço caríssimo é só pelo fato de ser importado, pois o princípio ativo é o mesmo.

    Na boa, dessa vez vcs foram estão fazendo um sensacionalismo absurdo.

  2. O problema maior é o custo e a burrrocracia para o registro! Como sempre nosso país prejudica o desenvolvimento de indústria nacional com taxas que só grandes monopólios podem manter.

  3. Medicamento tem que ser registrado, pois é nesse processo que a empresa comprova sua formulação e apresenta os estudos clínicos do seu produto. E não adianta querer dizer que é o mesmo princípio ativo aí outros produtos, tendo em vista que a formulação em si pode alterar o comportamento do fármaco no organismo.

    Gosto da página, mas questionem as coisas certas…. pela lógica de vcs, nosso mercado poderia receber uma enxurrada de produtos farmacêuticos de qq país sem registro (ppde ter certeza que em dias, os produtos da China, feito em condições questionáveis, tomaria conta do mercado)

    • Sim, o mercado deveria poder receber uma enxurrada de produtos farmacêuticos sem registro. Quem tem que decidir qual medicamento utilizar é o consumidor, não o estado.

      • Realmente um dos apontamentos mais medíocres que já li.
        Todo remédio nacional ou não deve ser regulamentado e regulado sobretudo em um país de massa descumunal de analfabetos que podem estar tomando de placebo a veneno sem saber.
        Sobre ANVISA ter imparcialidade ou credibilidade a questão é outra.

        • Não, não deve ser regulado. As pessoas não são imbecis, elas sabem se cuidar muito bem. E placebos já existem, basta ver a homeopatia, e ninguém morre por isso.

  4. O que seria de nós sem a ANVISA pra nos proteger proibindo remédios que precisamos tomar, né? Quando não faz pior e proíbe determinado laboratório de fabricar determinado remédio em prol de outro via propina (True Story).
    Bom… Quanto ao Minoxidil, só lembrando que ele é dose dependente independente do laboratório. Quando você resolve parar o tratamento os cabelos voltam a cair loucamente em velocidade dobrada. Nem arrisquei, mas tentei finasterida religiosamente por quase 2 anos sem resultados também até que me conformei (agora já passei dos 40 e sou bem comprometido, rs).

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here