Bloco Soviético reclama do estado e cancela desfile em 2018

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O “Bloco Soviético”, bloco de Carnaval organizado por foliões de esquerda em São Paulo, não desfilará em 2018 graças ao estado que o próprio bloco defende.

De acordo com mensagem divulgada em sua página oficial no Facebook no final de 2017, o bloco afirmou que, no ano passado, “teve seu trajeto recusado por uma questão burocrática” e “não poderíamos desfilar em duas das áreas pré-determinadas pela prefeitura”. O bloco acabou acatando a imposição (soviética) estatal, no caso, da Prefeitura de São Paulo.

Para 2018, o bloco esquerdista esperava “que ao longo de um ano o cenário pudesse ser um pouco mais favorável”, mas “a burocracia, o desconhecimento e o desrespeito ao movimento de Carnaval (feitos pelo estado) se impõem”.

Dessa forma, graças ao estado que tanto apoiam, os soviéticos não desfilarão em 2018.

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Marcelo Faria
Presidente do ILISP e empreendedor.

9 COMENTÁRIOS

  1. Acho é pouco. Primeiro que já é uma afronta ter um bloco carnavalesco com esse nome.
    Mas esse é o ônus da democracia, os idiotas se multiplicam.

  2. Já dizia o grande antropólogo, historiador e filósofo Bozo: “Aaaaahhhhh… mas que peniiiiiiinha!!!!!”

  3. Comunistas deveriam ser proibidos de possuir iPhone, iPod, Smartphones, jeans, relógios, carros, roupas e quaisquer produtos do “capitalismo selvagem”. Deveriam ter somente carros, roupas e celulares fabricados em Cuba e na Coreia do Norte. Quais são as marcas, mesmo? Esqueci-me. Alguém pode me ajudar?

  4. O problema é que todo esquerdista vê a si próprio como um membro importante do partido, integrando assim, a elite dirigente. Pergunte ao Caetano Veloso ou a Marilena Chauí se alguma vez na vida eles se imaginaram em meio aos operários das fábricas ou como felizes lavradores que labutam em nome do ideal comunista? Não! Com certeza todos eles se imaginam como os melhores amigos do grande pai da nação, gozando de todos os inúmeros privilégios pagos por aquele povinho inculto.

  5. Pra começar, Esquerdista que é Esquerdista é contra Carnaval, Artes, Cinema e Música.
    Para eles quem ganha dinheiro com isso é um “usurpador do povo” e assim como na China, Cuba e Coréia do Norte, a diversão vem em último lugar pois o que vem em primeiro é trabalhar de graça ou ganhando um salário irrisório para manter o “Pai Estado”, enquanto ele e seus amigos vivem na fartura. É uma vergonha em pleno século XXI que as pessoas caiam na conversa de Socialismo.

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