Bolsonaro é esfaqueado por militante de esquerda em Minas Gerais

Jair Bolsonaro, candidato à presidência da República pelo PSL, foi esfaqueado nesta quinta-feira (06) em Juiz de Fora, Minas Gerais. Ele foi encaminhado para a Santa Casa de Juiz de Fora onde passa por cirurgia neste momento.

Segundo levantamento feito pelo ILISP, o responsável pelo esfaqueamento, Adelio Bispo de Oliveira, é morador de Montes Claros-MG. Em seu perfil no Facebook, o criminoso fez diversos posts contra Jair Bolsonaro, Michel Temer, Geraldo Alckmin e a maçonaria, além de defender “Lula livre” e “Fora Temer”.

 

2 COMMENTS

  1. O discurso de ódio sempre foi uma estratégia predominante da ala esquerda, separando ricos e pobres, negros e brancos, heteros e gays, e assim por diante. Os insultos do candidato em questão não são dirigidos às classes, mas sim aos indivíduos pertencentes a determinadas classes que se arvoram de um argumento vitimista para exigir direitos exclusivos, tais como: implantar a cartilha gay nas escolas do ensino fundamental sem a interferência inoportuna dos pais, receber verba federal para promover a pedofilia usando a arte como pretexto, invadir a propriedade privada e praticar atos terroristas com o aval do Estado, usufruir de benefícios do governo sem produzir nada, querer ocupar vagas sem esforço próprio, transformar criminosos em vítimas da sociedade e imputar à polícia a pecha de criminosos, etc. Todavia, o mais interessante nisto tudo é que a vítima só passa a ter culpa quando pertence à ala direita, ou seja, o candidato que levou a facada tem que ser o culpado, afinal ele é o branco da classe opressora.

  2. Sou contra qualquer tipo de violência e que o agressor responda pelo ato covarde praticado. Por outro lado, Bolssonaro deve repensar seu comportamento em insultar o ódio contra o povo Brasileiro, em especial presos pobres, negros, homossexuais, travestis, nordestinos e mulheres.
    Podemos perguntar?
    – cadê o Exercito, as Forcas Armadas e todo aparato policial que Bolssonaro diz ter em seu favor para não ter impedido que ele fosse esfaqueado por um pessoa comum

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