Cansados de sofrer assaltos, moradores contratam segurança privada e resolvem o problema

Cansados de serem assaltados no próprio bairro, os moradores da Vila Kosmos, na Zona Norte do Rio, resolveram tomar uma decisão liberal: fechar o bairro e contratar uma empresa privada de segurança. Desde o último dia 15 de abril, 16 vigilantes se revezam em quatro guaritas, 24 horas por dia, com cancelas automáticas para os moradores, cancelas manuais para os visitantes e câmeras que controlam quem entra e sai da vila.

O bairro, que compreende uma área de 18 hectares (equivalente a 18 campos de futebol), foi fechado após um processo que começou em 2012 e demorou três anos para obter autorização da prefeitura. Outros dois anos foram necessários para levantar o dinheiro junto a 25% dos moradores e financiar o projeto: R$ 250 mil para a implantação mais uma taxa mensal de R$ 103,60.

Desde a implantação do projeto, o número de assaltos no bairro caiu de 160 (entre janeiro de 2016 e fevereiro de 2017) para apenas três roubos nos últimos dois meses, praticamente resolvendo o problema.

A medida de segurança privada foi apoiada pelo prefeito Marcelo Crivella. Em abril de 2017, por meio de um decreto, ele afirmou que considerava a “necessidade de desburocratizar e agilizar os procedimentos administrativos de licenciamento: considerando a necessidade de garantir a segurança dos cidadãos” e permitiu que a Secretaria Municipal de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação autorize a instalação de guaritas, traves, basculantes, grades e portões privados em bairros da cidade com menor burocracia.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Ou seja: justiça e segurança pública podem até continuar sendo oferecidas pelo Estado, mas não em regime de monopólio. O próximo passo natural seria permitir que quem paga privadamente pela própria segurança não seja obrigado a recolher tributos que supostamente atenderiam tal necessidade.

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