Deficiente físico é multado por não ter “credencial” estatal dizendo que é deficiente físico

Em mais um exemplo da absurda atuação estatal, o deficiente físico Régis Quadros – que possui duas pernas mecânicas – foi multado na cidade de Canoas, Rio Grande do Sul, por estacionar na vaga para deficientes físicos.

De acordo com a agente de trânsito que lavrou a multa, ele não possuía a “credencial” estatal que diz que ele é deficiente físico, o que seria passível de multa mesmo sendo possível ver as pernas mecânicas de Régis. O acontecimento foi relatado por Régis em seu perfil no Facebook.

Deficiente físico sendo multado por não ter “credencial” estatal dizendo que é deficiente físico
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19 COMENTÁRIOS

  1. Tem de ter a credencial , Ora vamos que o deficiente se afaste do local e como as vagas são limitadas aparece outro deficiente procurando vaga e encontra um veiculo sem a credencial , e ai ele o segundo deficiente procura um segundo guarda que lavra a multa e por exigencia do deficiente reboca o veiculo e ainda denuncia o colega por omissão = Tem de exibir a Credencial e pronto .

  2. Direitos humanos está acima de lei de trânsito, o correto é ter o cartão, mesmo sem ter, a condição física ou mental do deficiente é mais importante que ter credencial. Basta ver que na justiça leva de barbada, pois não usou de ma fé, a fiscal não tinha como saber mesmo, para isso serve recorrer

  3. Credencial não quer dizer muita coisa. Tenho deficiência, mas não só eu uso o carro. Quem garante que aquele carro que possuem a credencial está sendo guiado por um idoso ou deficiente? Minha credencial é minha deficiência.

    • sua credencial não pode ser sua deficiência… minha deficiencia não se vê, então eu não tenho ?? tenho monoparesia (pulmão extraido ,dpoc e enfisema pulmonar )devido á cancer de pulmão , embora não pareça, pois eu tenho as pernas e braços e minha deficiencia só se prova mediante os laudos informados á pericia, motivo pelo qual sou aposentado por invalidez , possuo isenção para veiculos e cartão de estacionamento de deficiente.. acredito ainda que o porte do documento seja obrigatório, já ví pessoas sair mancando afirmando ter parafuso na perna e depois saltitarem dentro da boate.. cabe as autoridades sim, confrontarem a documentação apresentada, cartão e carteira de motorista , ambos no nome do deficiente. na minha Leiga opinião , é claro..

  4. Moro em Canoas, essa da foto parece a rua Muck, no Centro da cidade. Onde “fervilha” fiscais de trânsito. Tenho conhecimento que aqui o fiscal espera a pessoa chegar para lavrar a multa, com as exceções de infração óbvia… A autorização para deficiente é retirada no âmbito municipal e é VÁLIDA PARA TODO O TERRITÓRIO NACIONAL. Porém… todas elas possuem brasão municipal (além daquele da República), o que causa alguma “confusão” com fiscais “honestos” quando estaciona-se em vagas reservadas de municípios vizinhos. Quando bastava o adesivo de deficiente em vez do cartão municipal ocorriam muitos casos de pessoas NÃO portadoras de deficiência usando o adesivo azul no para-brisa. Com a exigência do cartão e do adesivo, esses “eXXXpéééérrrtos” praticamente desapareceram.

  5. Viu só, faço um comentário claramente zoeiro, mas vem nego aqui falar a mesma coisa como se fosse sério mesmo.

    É isso aí, perna mecânica não prova nada, o que vale é a carteirinha.

    A mentalidade estatista está em TODO lugar, impressionante!

  6. – É preciso haver um bom senso na análise do caso apresentado, pois acredito que ele não possa ser apresentado como modelo para uma tomada de decisão de âmbito genérico.

    – Evidente que a fiscal se prestou a um papel equivocado ao aplicar a multa por estacionamento em local reservado a deficiente físico. O proprietário do veículo, deficiente físico acima de qualquer suspeita, estava diante dela e que se apresentou como proprietário do veículo. Ela o aguardou antes de aplicar a punição.

    – Todavia, nem sempre é possível ao fiscal ficar pacientemente aguardando o retorno do proprietário para verificar se ele é ou não deficiente físico. E não existe nenhuma regra legal que determine ao fiscal ficar mofando no local a espera do proprietário a fim de decidir se aplica ou não a multa.

    – A regra possui uma lógica evidente: se o veículo é identificado como sendo de propriedade de portador de deficiência a multa não é aplicada. A identificação do veículo afasta qualquer eventual dúvida acerca do direito. A identificação no veículo presume-se a propriedade do deficiente.

    – Os que comentaram que o fiscal não tem bola de cristal para saber se o veículo pertence ou não a um deficiente físico estão cobertos de razão.

    – O caso apresentado é um ponto fora da curva. É uma exceção à regra.

  7. O mesmo ocorre com idosos, se não tiver uma licença de idosos para estacionar na vaga destinada aos idosos,mesmo com 90 anos é multado, até em estacionamento particular de shoppings e supermercados.

  8. O agente de trânsito está correto.
    Não tem bola de cristal para adivinhar se o carro estacionado é ou não de um deficiente.
    Todos devem portar a credencial.
    Sou deficiente físico.

  9. É uma coisa absurda, mas se pensar bem, como foi esta situação? Será que a agente nao multou primeiro e depois a pessoa apareceu? E se ninguem visse o deficiente? Acho que o deficiente está errado por nao ter o documento, e a agente agiu com excesso se viu a pessoa saindo do carro e multou.

  10. Aplica-se a ele uma famosa máxima jurídica: “O direito não socorre aos que dormem”.Outros portadores de deficiência têm o trabalho de seguir a regra e ir ao departamento de trânsito fazer a credencial. Porque esse, que se manteve inerte, tem que ser tratado igual? Nem se sabe se foi ele mesmo que estacionou. Pode ter chegado lá para tentar aliviar a multa, pois outra pessoa pode dirigir o carro dele. Vá me desculpar, mas regra é regra e vale para todos.

  11. A lei deve ser respeitada. Sem credencial de idoso ou deficiente, é proibido o uso das vagas especiais. Não é “questão de bom senso”, mas sim de descumprimento da lei. A concessão da credencial é simples e rápida e não há justificativa para não possui-lá. O fato de ser deficiente ou idoso, não permite automaticamente, o uso das vagas especiais.

  12. Tá serto, o que vale é o papel. Como a fiscal poderia ter certeza que aquelas pernas mecânicas não eram falsas?

  13. Ok. Mas ele não tem as pernas não é de hoje, nem de 1 ano pra cá, afinal já consegue até dirigir com elas. Se a lei manda ter a credencial, pq não tirou até hoje???
    Povo reclama do Brasil e da legislação, que realmente são falhas, mas o problema real é o brasileiro, que adora viver as margens da lei.
    Há vários tipos de deficiências, e em muitos casos é preciso um carro especial, como creio ser o caso desse rapaz, sendo assim ele não pode pegar qualquer carro e sair dirigindo, tem q ser um veículo licenciado e preparado para a deficiência que ele tem, então precisa sim da “credencial estatal”.
    É algo tão simples de tirar (tenho 2 familiares que usam), ainda mais no caso dele, que está óbvio, que torna o erro do rapaz mais absurdo que a lei. A lei tem sim que mudar, mas enquanto não muda, tem que ser cumprida, sem mimimi.

  14. Tenho o mesmo problema: Minha coluna ficou imprestável depois de um acidente, dói bastante ficar com ela ereta, mesmo se eu estiver sentado, mas os “””peritos””” do, com o perdão da palavra, INSS dizem que posso trabalhar porque posso realizar todos os movimentos corporais, mesmo com dor. Eles dizem que deficiência física é relativa, que uma pessoa que usa óculos obviamente é deficiente física mas não pode ser considerada como tal porque o óculos corrige o problema. Talvez este rapaz não seja considerado deficiente pelo mesmo motivo: As próteses corrigem facilmente seu problema. Valeu

  15. Eu sou deficiente e cumpro o que está na lei. Se eu tenho responsabilidade para cumprir a lei por que ele não teve ? Antes de exigir por seus direitos, primeiro cumpra com suas obrigações.
    Mais uma coisa, quem garante que não foi outro deficiente que chegou na vaga e viu um veículo sem identificação como é comum e chamou o amarelinho para multar, sendo assim a multa não pode ser cancelada pelo agente.
    Este deficiente deve procurar o órgão de trânsito da cidade e ver se eles podem fazer alguma coisa por ele.
    E aproveitando que já está lá, da entrada na credencial para evitar isso de novo.

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