Editora Abril, responsável por Exame e Veja, prepara grande número de demissões

Em grave crise econômica, a Editora Abril – responsável pelas revistas Capricho, Claudia, Exame, Mundo Estranho, Placar, Quatro Rodas, Superinteressante e Veja, entre outras – entrou em contato com o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo para convocar repórteres, editores, designers, repórteres fotográficos e revisores da empresa para uma Assembleia Geral Extraordinária. O tema: um grande volume de demissões que a empresa prepara para setembro.

Segundo uma fonte interna, a editora deseja efetuar as demissões, mas não possui dinheiro para pagar as rescisões trabalhistas – a empresa quer parcelar o pagamento das rescisões em dez vezes. De acordo com a mesma fonte, a Editora Abril passou os últimos três meses realizando empréstimos bancários somente para pagar os seus funcionários e recebeu um ultimato do banco para resolver a situação definitivamente.

A informação foi confirmada por Paulo Zocchi, presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo. Segundo ele, a empresa planeja demitir “dezenas de funcionários”, sendo parte deles jornalistas, e não houve acordo até o momento.

Outra iniciativa da Editora Abril para reduzir custos é deixar o prédio que ocupa atualmente no bairro de Pinheiros, em São Paulo-SP, em troca de um escritório menor – e mais barato – em outra região da cidade.

4 COMENTÁRIOS

  1. – A crise da Editora Abril é doméstica. Não é externa. A revista Veja, que poderia ser a maior revista de informação conservadora da América Latina, resolveu tomar o rumo da esquerda e virou um pasquim de quinta categoria.

    – A reportagem mostrando o Crivela na capa como presidiário as vésperas das eleições municipais, tentando influenciar os indecisos para emplacar Marcelo Freixo foi o fim da picada. Centenas de (ex) assinantes perceberam a mutreta, protestaram e avisaram, pela internet, que cancelariam suas assinaturas.

    – O feroz pitbull Reinaldo Azevedo, que tão arduamente criticou o PT, hoje, desempregado, virou um poodle, e comentou que “o governo Lula foi muito bom para os pobres”. A virada à esquerda do RA já era pressentida pelos leitores do blog.

    – Jornalistas conservadores foram demitidos ou pediram demissão.

    – A Veja nunca vai ser um pasquim ou caros amigos. Ao decidir se pautar pelos temas da esquerda ela perdeu os leitores conservadores à direita e não conquistou a turminha open mind à esquerda. A queda da circulação da revista se reflete também nos anunciantes.

  2. A dinâmica do mundo exigem essas mudanças. Abril já foi bom, quando não havia outras fontes de noticias. Assim como Blackberry, Kodak, e profissões como relojoeiro por exemplo, já tiveram seu apogeu. Agora, querer se perpetuar correndo a meios desonestos como leis e estado, usando dinheiro dos outros ou dinheiro que não tem, é típico de gente mimada e mesquinha, que não aceita e nem evolui junto com as mudanças. Pra que ter consideração com eles?

  3. A internet acabou com a necessidade dessas revistas, hoje a pessoa pode pesquisar sobre qualquer assunto nela, por isso essas empresas veem se obrigadas a apoiar governos socialistas comunistas, de olho em incentivos, mas as pessoas notam isso e além de pararem de comprar essas revistas esse dinheiro do governo não dura para sempre, uma hora ele acaba.

    Eu recebo todo dia e-Mails de “volte a assinar suas revistas preferidas”, mas quem disse que são minhas preferidas ? eu já vejo, de graça e sem pedir, a Editora Abril esquerdando demais na internet, não vou pagar para ver isso, kkkkkkkkkkk.

    Ano passado gastei R$ 0,00 com a Editora Abril, neste ano desejo dobrar esse valor.

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