ILISP processa governo federal contra plano de R$ 250 milhões para distribuir cloroquina

O Instituto Liberal de São Paulo (ILISP) ingressou, nesta sexta-feira (11), com Ação Civil Pública contra o Governo Federal, comandado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), para impedir o plano de R$ 250 milhões em gastos com a distribuição de hidroxicloroquina e azitromicina como “kit-covid” no programa Farmácia Popular.

Com mais de 2,5 milhões de comprimidos de hidroxicloroquina encalhados nos estoques, o Ministério da Saúde planeja reembolsar farmácias conveniadas para que distribuam “de graça” os medicamentos, que não possuem comprovação científica de que funcionem contra Covid-19, tudo com o dinheiro dos pagadores de impostos brasileiros. O estudo para inserir o medicamento no Farmácia Popular foi feito em sigilo pelo ministério.

Com os mesmos R$ 250 milhões previstos para distribuir o “kit-covid” é possível comprar 13,18 milhões de doses da vacina produzida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório AstraZeneca, ao preço de R$ 18,95 por unidade, o suficiente para imunizar quase 7 milhões de pessoas.

Na Ação Civil Pública, o ILISP – representado pela Renno e Paolinelli Advogados – afirma que é “absolutamente imoral e ineficiente a ideia de se direcionar mais de R$ 250.000.000,00 (duzentos e cinquenta milhões de reais) – de dinheiro público, frise-se – para a distribuição de medicamentos comprovadamente ineficazes no combate ao COVID-19”, revelando “verdadeira afronta e desrespeito ao erário público”.

O ILISP também demanda que o Ministério da Saúde torne público o estudo que utiliza para justificar tal decisão, “uma vez que a Constituição assegura como direito e garantia fundamental a publicidade, admitido o sigilo somente de maneira excepcional”.

Por fim, o instituto questiona o gasto de R$ 250 milhões com o “kit-covid” – que, frisasse, nada indica que funcione contra Covid-19 – na medida em que já há vacinas aprovadas em regime de urgência e sendo aplicadas pelo mundo, a exemplo da campanha de vacinação do Reino Unido que utiliza a vacina desenvolvida pela Pfizer.

Por estas razões, a Ação Civil Pública do ILISP solicita a concessão de tutela de urgência, a fim de que a justiça suspenda imediatamente o plano do Ministério da Saúde.

A ação pode ser acessada neste link.

2 COMENTÁRIOS

  1. Não acredito que vocês pagaram advogados para ingressar com uma Ação Civil Pública contra o Governo Federal para sustar a distribuição de REMÉDIOS COMPROVADAMENTE EFICAZES no tratamento de pessoas infectadas pelo Covid-19! Eu tenho na minha família que entre irmãos, primos e netos( somos 7 irmãos entre 56 e 79 anos e uma mãe de 95 anos) somos mais de 70 pessoas e dos quais 4 foram infectados pela peste chinesa, o Covid-19 e foram curados pela aplicação do conjunto de remédios hidroxicloroquina + azitromicina, Ivermectina, Zinco etc. ENTRE ELES O MEU FILHO VICTOR QUE RESIDE EM CASCAVEL! Só um cego intelectual ou um alienado da realidade como possivelmente seja o Marcelo Faria (se foi ele o motivador dessa ação) para agir desta maneira! Entre meus conhecidos e amigos tem também um médico que na linha de frente contra o Covid-19 foi infectado, se tratou com o protocolo acima, ficou 10 dias de repouso, voltou ao trabalho e tornou a ser infectado e novamente foi internado, e tratado outra vez com os remédios acima mais um corticoide que não me lembro agora, voltou a adquirir sua plena saúde e está atualmente entre o Pará onde mora e trabalha e o Mato Grosso onde dá aulas por 7 dias! Além dele mais 5 pessoas de meu relacionamento se curaram com o conjunto Hidroxicloroquina e associados que formam o tal “kit” Vocês estavam até agora fazendo um ótimo trabalho de conscientização politica dos brasileiros! porque se meter numa roubada dessas? Retirem essa ação contra um tratamento repito eficaz que curou meu filho, parentes e amigos! Por favor salvem vidas e não as matem pelo amor de Deus!

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