Jean Wyllys culpa o capitalismo e o livre mercado pela crise do Rio de Janeiro

Apesar do Rio de Janeiro gastar 73% da receita líquida do estado com servidores públicos e ainda depender de boa parte de Royalties da estatal Petrobras, o deputado Jean Wyllys do PSOL argumenta que o livre mercado é responsável pela crise fiscal do estado.

Para o deputado, a crise da estatal Petrobras que afetou o pagamentos de royalties para mais de 83 cidades fluminenses não é responsabilidade do estado, mas da iniciativa privada e do livre mercado praticamente inexistente no Brasil. Na lógica do psolista, a responsabilidade pela gestão das contas públicas com despesas maiores do que as receitas não é responsabilidade do estado, mas da iniciativa privada obrigada a pagar impostos para financiar a máquina estatal.

O Rio de Janeiro é um dos estados que mais recebeu verbas do governo federal nos últimos anos. Obras das Olimpíadas, obras para Copa do Mundo, mas para Jean Wyllys isso é capitalismo. Agora só falta dizer que a crise da Venezuela é do livre mercado e capitalismo também.

Vaquinha O ILISP tem atuado contra a legalização do aborto e em defesa do direito à vida no STF. Para custear a causa, lançamos uma vaquinha. Os interessados em nos ajudar podem fazê-lo por meio do botão abaixo:

9 COMENTÁRIOS

  1. Esse “doidivana” está completamente louco. Em um estado de desvario pleno e incontrolável, já dá sinais de insanidade. Precisa sair urgente.

  2. Discurso manjado da esquerda. Utiliza palavras “difíceis” (o que faz com que 95% dos eleitores nem entendam o que ele falou) para colocar a culpa no capital.

    Essa fala da herança beira o absurdo, quantos deixam os filhos em condições para se sustentar a vida toda com seu patrimônio? Pouquíssimos. Diria que menos de 2% da população.

  3. Se o valor da mão de obra de um função laboral ficar bem abaixo da quantidade mínima de recursos necessários ao pagamento de um aluguel, e se as pessoas que desempenhavam tal função não conseguirem requalificação profissional, pode-se até culpar o livre mercado pela existência de mendigos. Mas, o interessante é que esse não é o caso do Rio. E o mais interessante é que regimes de economia planificada não têm mendigos. Isso não se dá pela eficiência econômica de tais regimes, mas sim porque qualquer pessoa que possa ser vista como uma ofensa à estabilidade do regime é sumariamente assassinada.

  4. Problema do Rio de Janeiro
    Tem um monte de funcionário publico X Um monte de gente que paga imposto. O salario dos funcionários é pago com imposto.
    A treta começa no sistema de impostos, talvez você não saiba, mas uma maioria dos impostos são repassadas para cima até chegar na União, para então serem redistribuídos. As vezes você paga imposto no Rio, que vai na verdade financiar alguma obra em outro estado, Que é o caso do Rio. Ele paga cerca de 9 vezes mais o que recebe de volta, ou seja a gestão não tem como articular com o que pega , por que o dinheiro todo sobe e é mandando para outros lugares.
    Isso nada tem a ver com capitalismo, em um capitalismo ideal, impostos nem existem, pq as pessoas pagam diretamente com os serviços essenciais, dado que são essenciais e tornam-se lucrativos para quem empreende na área. (imagine como daria dinheiro abrir contratar professores e abrir uma escola, se não existisse uma escola sequer bancada com dinheiro extorquido dos outros?)
    Concluindo, os funcionários acabam por ficar muitas das vezes sem serem pagos justamente por essa loucura que é dar 114 bilhões de reais pra Federação, (pro Brasil, assim dizendo) e receber de volta 19 bilhões pra se virar. Obras também acabam por serem abandonadas por causa disto entre outros transtornos.
    Tudo por culpa de existir um cara que pensa que sabe onde precisa mais e onde precisa menos. E pior de tudo, que acha certo, Carlos pagar 10 reais, dominiqui pagar 1000. Pegar 900 dar pro carlos, Pegar 9, dar pra dominiqui, pq ele precisa menos. E no fim, ficar com 111 reais para esse super gestor que está ajudando a todos. Fica evidente que ele só quer encher os bolsos em troca de roubar uns com a justificativa de promover justiça.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here