“Mídia Ninja” confirma que é financiada pelo bilionário George Soros para ser “mídia livre”

Uma das principais mídias de esquerda “contra o grande capital internacional” confirmou que é financiada por um dos maiores bilionários e financiadores da esquerda pelo mundo, o húngaro-americano George Soros.

Em artigo publicado em seu site oficial após matéria do ILISP divulgar que o “Mídia Ninja” recebeu apenas no último ano (de agosto de 2015 a agosto de 2016) o valor de $80.000 (R$ 250.000,00) da Open Society Foundation de Soros para divulgar as ideias de esquerda pelo país, o “Mídia Ninja” informou que “realizamos um projeto em parceria com a fundação citada, assim como realizam, com a mesma fundação, dezenas de outras iniciativas progressistas e de mídia livre no Brasil e em todo o mundo”.

O coletivo, que se diz “independente” e “mídia livre”, informou também que “não há qualquer ilegalidade neste processo” e que está sendo alvo de “ataques e tentativas de criminalização”. A matéria do ILISP em nenhum momento mencionou que o financiamento é ilegal, apenas que se trata de uma enorme hipocrisia.

Entre as divulgações feitas em sua página no Facebook, o Mídia Ninja (acrônimo para “Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação”) declara que “a mídia tradicional serve ao mercado, serve ao grande capital, e jamais estará ao lado daqueles que lutam por direitos humanos, sociais e por políticas públicas”. Além disso, em seu FAQ o coletivo “independente” afirma que “as grandes corporações de mídia vivem uma intensa crise (…) de credibilidade, por anos e anos de omissão e manipulação de informações em prol do poder econômico e de grupos políticos de seu interesse.”

Outras instituições de esquerda brasileiras também receberam financiamento de George Soros, como o Instituto Fernando Henrique Cardoso (R$ 350.000,00), Actantes – Ação Direta pela Liberdade, Privacidade e Diversidade na Rede (R$ 190.000,00), Casa Fluminense (R$ 640.000,00), Instituto Tecnologia e Sociedade (ITS) / Mudamos.org (R$ 1.100.000,00) e Rede Nossa São Paulo (R$ 1.600.000,00), além da agência “A Pública”, ligada a Leonardo Sakamoto.

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