Nem ‘textão’, nem manifestação. Gays americanos querem armas para se defender

De acordo com Matt Schlentz, presidente da organização Pink Pistols (pistolas rosas, em inglês) de Utah, a instituição passou de 1.500 a 4.000 membros desde o massacre terrorista feito por Omar Mateen em 12 de junho que provocou 49 mortes e deixou diversos feridos.

“É muito triste que algo deste tamanho tenha que ter acontecido para que eles percebessem essa necessidade para nossa comunidade. Mas a realidade é que nós ainda continuamos sendo atacados por beijar nossos parceiros ou andar de mãos dadas em público. Nós temos nossas janelas quebradas por ter um adesivo pela diversidade.” disse Matt em entrevista ao jornal local “Salt Lake Tribune”.

Com frases de protesto como “As bichas revidam” e “Escolha alguém do seu calibre”, o Pink Pistols começou em 2000 em resposta a uma série de incidentes violentos contra homossexuais, como a morte do estudante gay Matthew Shepard no Estado americano de Wyoming.

“Da mesma forma que o atentado de Orlando foi horrível, parece que tenha sido um grande motivo para que as pessoas abrissem os olhos e vissem que o mundo não é um lugar perfeito, principalmente para um grupo em risco de sofrer este tipo de violência”, disse Scott Mogilefsky, presidente do grupo pró-armas LGBT Stonewall Shooting Sports of Utah e veterano do Exército.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Concordo que o armamento é a solução para minimizar os ataques, mas é algo que deve ser muito bem regulamentado (autorização de porte, curso, etc).

    um abraço

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