UFF exibe ranking de popularidade de políticos no Facebook, e exclui Bolsonaro e Franscischini

Uma pesquisa recém concluída pela Vértice, uma empresa incubadora da Universidade Federal Fluminense (UFF), mapeou, em fevereiro, os políticos com maior presença nas mídias sociais, aqueles que hoje podem ser considerados os mais hábeis em ocupar e mobilizar audiências. O estudo foi coordenado pelo professor Afonso de Albuquerque, da Pós-Graduação em Comunicação e Política, e contou com a participação dos pesquisadores Carolina de Paula, Marcelo Alves e Eleonora Magalhães.

Segundo o estudo, dez políticos são considerados líderes nas mídias sociais e, entre eles, estão Aécio Neves (PSDB), Romário Faria (PSB) e Eduardo Cunha (PMDB). Para identificar esse grupo, os pesquisadores analisaram as páginas do Facebook dos políticos com o maior número de curtidas, engajamento (comentários e compartilhamentos) e graus de entrada, ou seja, o quanto a página é seguida por outros políticos. Este último foi o principal critério usado pela universidade estatal. Logo, páginas como a do deputado Jair Bolsonaro e de Fernando Francischini, por possuírem um número menor de Grau de Entrada, ficaram fora do Ranking, mesmo tendo um número de engajamento maior que todas as outras exibidas no ranking. E o mais estranho é que esse método aplicado pela incubadora, fez a página da Maria do Rosário, que tem baixo número de curtidas e engajamento pífio, ficar entre as dez primeiras.

Ranking feito pela Vértice (com o critério Grau de Entrada):

grau_entrada

Ranking feito pelo ILISP ( sem critério Grau de Entrada ): ranking pelo ilisp

6 COMENTÁRIOS

  1. Cadê o Marco Feliciano nessa lista, com 3,6 milhões de curtidas e 410 mil de engajamento? Deveria ser o segundo da lista.

  2. Faculdade pública no Brasil é sim uma “emCUBAdora de comunistas. Nunca deixaria um filho meu se formar em comunista! Faculdades de merda!!!

  3. Vejam o que a Jornalista Miriam Leitão escreveu hoje 29/02/16 no jornal
    O Globo.

    Miriam Leitão Jornalista do Jornal
    O Globo.
    ”Lutei contra a ditadura, sim! Tomei borrachadas, grávida com 18anos, engoli gaz lacrimogênio, corri da cavalaria na Av. São João em direção à Praça Antonio Prado e à Praça da Sé.
    Participei das perigosas assembléias dos sindicatos, onde milicos escondidos na massa guardavam na memória o rosto dos mais exaltados.
    Arrisquei o emprego, pichei muro com o slogan “Abaixo a Ditadura”.
    Distribui panfletos.
    Morri de medo.
    Chorei quando anunciaram a devolução do poder ao povo: eu e mais alguns milhões.
    Hoje, vendo pessoas morrendo em filas de hospitais, bandidos matando por R$ 10, pessoas andando feito zumbi nas ruas por causa das drogas, adolescentes que não sabem quanto é 6 x 8, meninas de 14 anos parindo filhos sem pais, toda a classe política desse país desfilando uma incompetência absurda, o nosso país sendo ridicularizado por tantos escândalos…
    Eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz…
    Deveria ter ficado em casa.”

      • Não foi do Roger Moreira, ele já desmentiu isso.

        Este texto pode ser rastreado até uma carta no Painel do Leitor do Diário de São Paulo, de 28/05/2013, assinado por um Rogério Moreira.

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