Universidade federal cria disciplina de “afro-matemática” contra “matemática racista”

Em mais um exemplo do nível de loucura e descompromisso com a qualidade acadêmica das universidades federais, a Universidade Federal do ABC (UFABC), a única realmente criada pelo ex-presidente Lula (PT-SP), criou duas novas disciplinas em seu Curso de Licenciatura em Matemática: Estudos Étnicos-raciais e Afro-matemática como Transformadora Social.

A proposta foi criada pelo “Coletivo Negro Vozes” para “combater o racismo na matemática”. De acordo com o coordenador do coletivo, Jorge Costa, “a disciplina de matemática é uma das responsáveis pela exclusão de negros e negras das escolas e consequentemente dos cursos superiores nas áreas tecnológicas”.

Após objeções conceituais do Núcleo Estruturante da Licenciatura em Matemática da UFABC, a disciplina de “Afro-matemática” foi renomeada como Seminários em Modalidades Diversas em Matemática. A ementa e a bibliografia proposta pelo “coletivo”, entretanto, foi a mesma, o que foi comemorado por Jorge: “Este talvez seja o primeiro ou um dos primeiros cursos de licenciatura em matemática que se propõe a discutir o racismo de modo estruturante como uma obrigatoriedade da instituição”.

De acordo com o Ranking Universitário, a UFABC é apenas a 159a em avaliação do mercado de trabalho, enquanto seu curso de matemática é apenas o 77° melhor no mesmo critério. A universidade custa R$ 260 milhões de reais por ano aos pagadores de impostos brasileiros.

A "afro-matemática" utiliza os desenhos Cokwe (de Angola) para demonstrar o Teorema de Pitágoras
A “afro-matemática” utiliza os desenhos Cokwe (de Angola) para demonstrar o Teorema de Pitágoras
VIACarta Capital
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Marcelo Faria

Presidente do ILISP e empreendedor.

53 COMMENTS

  1. Tudo isso começou a partir das ideias de um ignorante chamado Paulo Freire, o peidagogo. Ainda hoje muita gente idolatra esse desgraçado que levou a educação brasileira para o buraco. E os seguidores do filho da puta estão cavando um abismo maior ainda…

  2. E eu aqui pensando que morássemos no Brasil, mas pelo jeito vivemos na africa sem definir o local, pois tudo que o Brasil defende é cultura africana como se o Brasil fosse todo da africa, e não tem pessoas do japão, Alemanha, estados unidos, argentina, Espanha etc, mas para que ter nossa própria identidade, é mais fácil adotar a de outro pais.

  3. Não é possível que haja alguém defendendo essa merda, por que não gosta do fato de que a Europa se desenvolveu mais profundamente na matemática e por isso a história é ensinada. Especialmente no caso da matemática onde as contribuições vieram da Grécia, da Índia, da Arábia, do Egito e tantos outros lugares. Só haveria sentido em ensinar as práticas matemáticas de algum lugar, caso os indivíduos deste local fossem notoriamente superiores a nós na matemática. Como o ensino de práticas orientais tipo o que o Kumon faz. Não há razão alguma para trazermos as práticas africanas, já que eles não são notórios na área. E em especial por ser uma federal, há a clara questão ideológica por trás dessa decisão, o que torna a proposição bizarra.

  4. Parabéns!!
    Vc acaba de concordar com o que o idealizador dessa tese quis dizer, de uma maneira indireta, negros são burros.
    É isso que ele deixa transparecer com essa tese IMBECIL!!
    Se fosse como ele pensa não existiriam inúmeros professores negros e bem formados lecionando por ai.

  5. .
    Acho interessante estudar não só a matemática, mas toda e qualquer ciência sob o ponto de vista de outras tradições que não a “oficial” eurocêntrica.

    Não tanto por uma questão de racismo pois não vejo como a matemática como é ensinada hj seria mais difícil ou mais fácil pra crianças e adolescentes de uma etnia específica em detrimento ou vantagem de outras etnias.

    Mas sim pelo fato de que ver os mesmos problemas resolvidos de formas diversas com certeza estimula a criatividade (e matemática envolve criatividade tanto ou mais que conhecer aquelas “receitinhas de bolo” e fórmulas ou métodos prontos. Afinal alguém precisou desenvolver o método e há ainda muito campo na matemática pra novas idéias e novos métodos pra novas matemáticas e novos problemas sejam eles pura “masturbação intelectual” dos que pesquisam e aprimoram em matemática pura quanto alguma demanda de outras áreas da ciência e da tecnologia pra quem pesquisa matemática aplicada.

  6. “A maioria aqui que reclama é porque não teve capacidade de fazer faculdade numa pública e tem dor de cotovelo porque tomamos todas vagas boas de trampo. E depois tem que chorar pro papai pra fazer algum empreendimento que logo vai afundar.”

    E sou formado em ciências econômicas pela Universidade Federal do Ceará. Odeio o Ciro Gomes, Lula e CIA. Considero tudo isso uma enorme imbecilidade sim senhor.

    Tenho uma empresa e não contrato NENHUM COMUNISTA DE M*. Se tiver trabalho publicado defendendo taxação de herança e renda, mando tomar no C.U mesmo.

    Sua opinião de M* não me importa, para mim, você nem é humano, vale menos do que um inseto.

    Eu tenho dinheiro e futuro garantido e você deve ser mais um esquerdinha que gasta tudo em cachaça e rapariga enquanto sonha ser um parasita estatal.

  7. Cara, você leu mesmo a ementa da disciplina? Primeiro que não se trata de matemática aplicada, mas sim de formação de professores para educação básica (fundamental e médio). Segundo que o ensino de Fractais Africanos, Sona, Mancala, jogos e técnicas de lógica, raciocínio e equações geométricas e matemáticas de origem africana são métodos alternativos para o ensino destas competências na escola básica, em uma matéria na qual a maioria das pessoas não conseguem ser bem-sucedidas. Ninguém tá falando em abandonar as matemáticas contemporâneas na aplicação de engenharia não.

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