Universidade federal cria disciplina de “afro-matemática” contra “matemática racista”

Em mais um exemplo do nível de loucura e descompromisso com a qualidade acadêmica das universidades federais, a Universidade Federal do ABC (UFABC), a única realmente criada pelo ex-presidente Lula (PT-SP), criou duas novas disciplinas em seu Curso de Licenciatura em Matemática: Estudos Étnicos-raciais e Afro-matemática como Transformadora Social.

A proposta foi criada pelo “Coletivo Negro Vozes” para “combater o racismo na matemática”. De acordo com o coordenador do coletivo, Jorge Costa, “a disciplina de matemática é uma das responsáveis pela exclusão de negros e negras das escolas e consequentemente dos cursos superiores nas áreas tecnológicas”.

Após objeções conceituais do Núcleo Estruturante da Licenciatura em Matemática da UFABC, a disciplina de “Afro-matemática” foi renomeada como Seminários em Modalidades Diversas em Matemática. A ementa e a bibliografia proposta pelo “coletivo”, entretanto, foi a mesma, o que foi comemorado por Jorge: “Este talvez seja o primeiro ou um dos primeiros cursos de licenciatura em matemática que se propõe a discutir o racismo de modo estruturante como uma obrigatoriedade da instituição”.

De acordo com o Ranking Universitário, a UFABC é apenas a 159a em avaliação do mercado de trabalho, enquanto seu curso de matemática é apenas o 77° melhor no mesmo critério. A universidade custa R$ 260 milhões de reais por ano aos pagadores de impostos brasileiros.

A "afro-matemática" utiliza os desenhos Cokwe (de Angola) para demonstrar o Teorema de Pitágoras
A “afro-matemática” utiliza os desenhos Cokwe (de Angola) para demonstrar o Teorema de Pitágoras
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72 COMENTÁRIOS

  1. kkk. peidagogo. muito bom. Enquanto ficam exaltando a “afro-matemática”, a maioria dos estudantes das classes menos favorecidas estão fazendo curso superior em universidades particulares, enquanto isso burgueses e ricaços como Boulos ( filho de médica e professor de medicina, se formam em universidades públicas ). Dizem em que a educação é para todos, há neste pais uma transferência de renda enorme, do bolso da maioria da população, para os bolsos da burguesia que estuda no ensino superior público, isso sem dizer nos proventos a mais para os professores que criaram esta disciplina. Logo podemos dividir os defensores deste tipo de absurdo em duas categorias; os idiotas-úteis, e os espertalhões que se utilizam das benesses reservadas aos mais ricos, depois viram políticos, ganham altos proventos, falam que lutam pelos trabalhadores, criticam os EUA e vão fazer enxoval pro baby em Nova Iorque.

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