Universidade federal ensina “pedagogia socialista” com professora ligada ao MST

O Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) oferecerá aos alunos uma análise socialista da pedagogia: a disciplina “Escola e Pedagogia Socialista”.

De acordo com a ementa, disponível no quadro de disciplinas da pós-graduação, a matéria visa estudar o “trabalho e relações sociais como base da educação e da escola” por meio da “crítica marxista ao conteúdo e a forma da escola no capitalismo”. A matéria também inclui uma análise da “experiência educacional soviética na primeira fase da revolução: trabalho, conhecimento e auto-organização”.

A professora responsável pela “pedagogia socialista” será Sandra Luciana Dalmagro. Sandra é graduada em Educação Física pela UFSC (com trabalho de conclusão sobre a “Educação Física das Crianças do Movimento Sem Terra”), mestre pela UFSC com a dissertação “a formação humana” em um assentamento do MST e doutora também pela UFSC com a tese “A Escola no Contexto de Lutas do MST“.

De acordo com números da própria UFSC, a universidade custa R$ 1,3 bilhão aos pagadores de impostos brasileiros por ano.

Exemplo dos resultados pedagógicos na UFSC

6 COMMENTS

  1. Fácil, só dar salarios marxistas para esses professores. Quanto pagam no comunismo? 50 centavos por hora?

  2. Estes departamentos de humanas nestas federais do Lula é aparelhamento institucional por militantes partidários escancarado. O que tem de cumpanhero com PHD em idiotice empilhados nestes federais ganhando 15k por mês não tá no gibi.

  3. Depois que eu vi em uma colação de grau numa faculdade particular gritando fora temer, fora Sartori (RS) e contra o patriarcado e o sistema, esquecendo totalmente o motivo pelo qual estavam ali, os oradores afirmando que a faculdade era de orientação marxista sem que os professores intervissem e pelo contrário na hora dos seus discursos enfatizavam ainda mais, e na hora do hino do estado, alem de nao cantarem ficaram sentados em total desrespeito ao estado e suas origens, confundindo politica com história, detalhe, o curso era de história.

  4. Sempre defendi o ensino pago nesse país.Principalmente para essa classe média apodrecida e indiferente aos destinos do país! Para os pobres,uma parcela bem pequena,mas para os que podem pagar,parcelas altas! Aí queria ver tantos esquerdopatas fazendo a”cabeça” de alunos porque nesse caso acredito que pelo alguns (eu disse alguns) pais iriam se interessar pelo tipo de ensino do filho(a) e aí a coisa seria diferente com certeza!

    • Acho que você dá a receita correta para o diagnóstico errado. Essa coisa de culpar a classe média (algo típico na esquerda) por tudo não passa de incitação de conflito entre classes sociais. Diga-me: o que a classe baixa e alta fazem de diferente da classe média para o destino do país? Nada, né?! A classe média, se fôssemos analisar melhor, esteve por trás de todo o tipo de mudança de rumo do país — seja para bom, seja ruim. O problema da doutrinação no ensino público não é culpa da classe média, mas sim da esquerda em geral (há doutrinação de outras correntes, mas é infinitamente menor). Cobrar mensalidade nas universidades públicas não iria mudar este quadro, visto que o corpo docente e da reitoria são estáveis por serem servidores públicos. E ainda contam com a autonomia universitária, que é tratada como uma blindagem de qualquer tipo de controle externo nas universidades. Isso mudaria quando as universidades precisassem do dinheiro do aluno para se sustentar, ou seja, quando sua direção estivesse nas mãos da iniciativa privada, ou, pelo menos, houvesse mudança na forma como tratamos nosso ensino como se fosse um direito do professor e da direção em doutrinar nossos alunos.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here