Como tudo isso começou? Eu explico

A história é marcada por governos exploradores, autoritários e violentos.

Contra eles, surgiu o comunismo, tendo como primeira experiência a URSS.

O que aconteceu logo que chegaram ao poder?

Tornaram-se incomensuravelmente mais exploradores, autoritários e violentos.

Fuzilaram centenas de milhares de pessoas, incluindo muitos comunistas que ousaram questionar os métodos que os líderes da “revolução” impunham.

Além dos fuzilamentos, os comunistas criaram milhares de campos de concentração, onde opositores políticos e pessoas comuns “sob suspeita” eram obrigadas a trabalhar até a exaustão.

Fora dos campos de concentração, a população foi reduzida à extrema pobreza. Todos os recursos e propriedades privadas foram confiscadas. Todas as liberdades individuais (exceto a sexual), políticas e intelectuais foram eliminadas. Em poucos anos de comunismo, a grande maioria dos cidadãos sobrevivia com cotas racionadas de comida.

Somando mortos a tiro, de exaustão e de fome, foram mais de 30 milhões de vítimas na União Soviética.

Inspirados nesse regime, comunistas tomaram o poder noutros países, destacando-se Coreia do Norte (1948), China (1949) e Cuba (1959).

Assim como os soviéticos, impuseram um nível de terror e miséria muito maior do que aqueles que eram denunciados anteriormente.

Além de afundarem seus povos na miséria, os comunistas desses países passaram a treinar e financiar guerrilhas em diversos outros países, especialmente na América Latina, destacando-se as FARCs na Colômbia, o Sendero Luminoso no Peru e o Exército Zapatista no México.

Apenas esses três grupos foram responsáveis por dezenas de milhares de sequestros e assassinatos.

O golpe militar ocorrido no Brasil em 1964 foi uma medida para impedir que esses movimentos fizessem no Brasil o que estavam fazendo noutros países do mundo.

Para efeito de comparação, a ditadura militar brasileira matou 348 pessoas em 20 anos, bem menos do que os socialistas mataram na Nicarágua somente em 2018.

Contra a ditadura militar brasileira lutavam grupos inspirados e financiados pelas ditaduras na URSS, Cuba e China. Ou seja: as intenções daqueles “revolucionários” eram nada menos do que instaurar aqui uma ditadura de terror semelhante ao que seus camaradas impuseram noutros países.

A ditadura acabou. A democracia voltou. A esquerda chegou ao poder com o PSDB e logo em seguida com o PT. Dois partidos que prestaram e ainda prestam reverência à ditadura cubana.

Lula cresceu na política disseminando o ódio de classe.

Além dele, diversos outros grupos socialistas foram ganhando força e voz na imprensa, na cultura e na política por meio da intimidação.

Faz trinta anos que lideranças socialistas vêm se sentindo cada vez mais à vontade para incitar a violência contra todos não alinhados a eles.

Sindicalistas agridem trabalhadores que não aderem a greves.

Movimentos como MST e MTST frequentemente atacam (fisicamente) pessoas e empresas.

Militantes de esquerda assassinaram um cinegrafista da Band, Santiago Andrade, em fevereiro de 2014.

Em abril, um cidadão chamado Carlos Alberto Bettoni, que ousou se manifestar a favor da prisão de Lula, também foi espancado por militantes petistas, incluindo um ex-vereador. Também foi internado em estado grave.

No último dia 28 de agosto, o candidato a deputado estadual pelo PSL, Professor Gaudino, foi espancado por militantes de esquerda em Curitiba. Foi internado em estado grave. Entrou em coma.

Enquanto as manifestações (as maiores da história do Brasil) que pediam o impeachment de Dilma ocorriam na mais perfeita ordem, a maioria dos protestos organizados por partidos, sindicatos e movimentos de esquerda em defesa da petista terminavam em violência.

Diante da Lava Jato, tornaram-se comuns ataques diretos a juízes e promotores. A cada ação da Lava Jato contra políticos da esquerda, a Internet era tomada por uma onda de publicações dizendo, por exemplo, que Sérgio Moro deveria ser assassinado.

Com o crescimento político de Jair Bolsonaro, ele logo passou a ser criticado por romper o monopólio do discurso de ódio que está nas mãos da esquerda.

Apenas militantes e parlamentares de esquerda podem insultar e ameaçar pessoas.

Apenas militantes e parlamentares de esquerda podem utilizar metáforas como a do famoso e nunca repreendido discurso do comunista Mauro Iasi, feito para 2600 pessoas no “2° Congresso Nacional de CSP-Conlutas”, realizado em 2015: para ele, a direita merece ser encostada em um “bom paredão”, onde deve ser morta com uma “boa bala”, disparada por uma “boa espingarda”, e enterrada em uma “boa cova”:

 

Aliás, dias antes da chegada de Bolsonaro a Juiz de Fora, já pipocavam nas redes sociais publicações de militantes dizendo que alguém deveria aproveitar a oportunidade para assassiná-lo:

 

O fato é que não há uma única linha na literatura socialista que defenda a tolerância. Nunca houve um único movimento socialista que não estivesse vinculado direta ou indiretamente à violência. Ninguém perseguiu, prendeu e matou mais pessoas na história da humanidade do que os socialistas / comunistas.

Deles, não conseguimos ouvir uma única crítica contundente à ditadura cubana, que só está de pé até hoje porque esmagou a oposição por meio de 17 mil fuzilamentos e outras tantas prisões.

Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT) e Guilherme Boulos (PSOL) são três candidatos à presidência da República que apoiam publicamente as ditaduras em Cuba e na Venezuela.

Manuela D’Ávila (PCdoB), outra queridinha da esquerda, também apoia a Coreia do Norte, a versão asiática do nazismo.

No ano passado, todos os partidos de esquerda do Brasil prestaram homenagens ao centenário da Revolução Russa.

O PDT de Ciro Gomes é formalmente apoiado pelo Partido Comunista da China.

Em um evento do PT realizado no ano passado, uma deputada defendeu “derramamento de sangue” e foi aplaudida de pé pelos presentes.

Lembro-lhes de todas essas coisas porque li que Jair Bolsonaro “colheu a violência que plantou”.

Gostaria muito que as pessoas que dizem ou pensam assim fizessem a si mesmas a seguinte pergunta: o que aconteceria se a sociedade resolvesse revidar na mesma medida os crimes promovidos e cometidos pela esquerda ao longo da história?

20 COMMENTS

  1. Nem quando nosso candidato, Bolsonaro foi esfaqueado covardemente, sãos depredando assassinando e saqueando por aí.. portanto, se existe intolerância e ódio quem usa disso é a esquerda

  2. O candidato defendido no artigo não conserva as instituições, lamentável ouvir dizer que este é o candidato liberal.

  3. Texto um pouco controverso, sem citação de fontes e o autor um tanto quanto contraditório, não merece muito crédito. Classificar o PSDB como esquerda somente agora em 2018 é um tanto quanto conveniente.

    • Karina, tomara que voce esteja fazendo essa afirmação por desinformação, porque daí, voce terá a oportunidade de pesquisar a historia do PSDB na internet e ver que o PSDB sempre foi de Esquerda!

    • A Karina segue o princípio básico de “Eu sou de esquerda porque acho que ser de esquerda é bunitinho. Consequentemente, tudo que eu não gosto e todo mundo que discorda de mim é de direita!”

  4. Concordo com o ponto da violência dos militontos de esquerda, isso é um fato. Mas acho que há pelo menos um erro histórico gigante ao dizer que o golpe de 64 foi para parar o comunismo, isso é ignorância ou desonestidade intelectual, já fazem alguns anos que a informação oficial é de domínio público e basicamente os EUA precisavam parar qualquer esforço do governo brasileiro relacionado a reforma agrária, tiro que saiu pela culatra pois os americanos achavam que os militares iriam promover uma eleição em 1965, o resto é história. O segundo ponto é que chamar a coréia do norte de “versão asiática do nazismo” é forçar a barra, até porque o nazismo era de direita, a Coréia do Norte é só outra Cuba, simples assim.

    • Gustavo, em primeiro lugar vc pode discordar dos outros sem xingar de ignorante ou desonesto. Mostra boa educação e disposição para um debate construtivo.

      Em segundo lugar, o que tem a ver os EUA com a reforma agrária do Brasil ? Pegar uma teoria da conspiração qualquer e dizer que é “informação oficial” e “domínio público” não faz virar verdade.

      Em terceiro lugar, poucas coisas hoje são tão chatas e inúteis quanto discutir se nazismo é esquerda ou direita, especialmente com gente que acha que dizer “simples assim” é argumento.

    • Gustavo, se você pesquisar sobre a origem da guerra das coreias, verá que o maior motivo de tudo ter acontecido dessa maneira e da Coreia do Norte ser tão isolada ainda hoje, é “manter a raça coreana pura”. Se isso não lembra o nazismo, então não sei mais nada.

    • Lamento, mas sua “historia” é a estoria da carochinha contada pelos governos de ultra esquerda pós Regime Militar… Só quem viveu, e EU vivi os anos dourados sabe do que nos livramos e a maravilhosa vida que tivemos naqueles anos. Não vou enumerar pois se tornaria cansativo ressaltar a brutal diferença na qualidade de vida do nosso Governo Militar e a do Analfabeto. Não vou perder tempo. Esta resposta apenas serve para não permitir a doutrinação de quem desconhece nosso passado por pessoas com segundas intenções como você. Procurem se informar com quem viveu estes anos e não nos livros do MEC socialista dos últimos 30 anos.

  5. Uma aula sobre o maldito comunismo! Espero que nos livremos de uma vez por todas dessa desgraça !

  6. O pior de tudo é que muito do povo está caindo naquele papo de “não votar em ninguém” principalmente os mais pobres. Eles não voltariam em Lula, mas também não voltam no Bolsonaro ou em qualquer outro.
    A ILISP podia fazer uma matéria sobre qual é o interesse da esquerda que o povo não compareça nas eleições esse ano.

  7. Nós de direita, somos racionais não compactuamos com violência. Não devemos descer ao nível desses comunistas. Tenho fé em Deus que a mudança chegará para o nosso país

  8. Parabéns em poucas palavras você definiu o caos de violência implantado no país! Haja paciência para aguentar esses loucos de esquerda. Gostei do seu artigo!

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