Alemanha, Canada e EUA apoiam aumento das relações comerciais com Grã-Bretanha após “Brexit”

Depois de todo o terrorismo psicológico que a mídia internacional fez sobre a vitória do “Brexit” e a saída do Reino Unido da União Europeia – dizendo que seria um verdadeiro apocalipse para a economia do país – a realidade começa a mostrar o contrário.

O presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou ontem (24) que o Reino Unido continuará a ser um parceiro indispensável dos EUA e que a “relação especial” entre os países permanecerá a mesma. A afirmação aconteceu algumas semanas depois que o próprio Obama advertiu que uma vitória do “Brexit” significaria colocar a região como “último da fila” para ter um acordo de “livre” comércio com os EUA.

O primeiro ministro do Canadá, Justin Tradeau, foi na mesma linha de Obama: “O Reino Unido é um importante parceiro estratégico para o Canadá com quem temos profundos laços históricos e valores comuns. Continuaremos a aumentar nossas relações com a região”.

Até mesmo o governo da Alemanha, principal financiadora da União Europeia, recomendou em um documento oficial que o Reino Unido seja um “parceiro associado” do país. A Alemanha teme que Áustria, Dinamarca, Finlândia, França, Holanda, Hungria e Suécia também façam seus plebiscitos e acabem deixando a União Europeia, de acordo com um artigo do Ministério das Finanças alemão vazado pelo jornal Die Welt. A contribuição alemã para o orçamento da União Europeia pode aumentar 3 bilhões de euros após a saída do Reino Unido do bloco.

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