Após desestatizar e diminuir o estado, São Paulo se torna o estado mais seguro do Brasil

São Paulo foi o estado brasileiro que mais reduziu homicídios no Brasil e se tornou o estado menos violento do país. Na última década, a taxa de assassinatos no estado caiu 44%, enquanto que 20 estados brasileiros tiveram crescimento da violência. Em relação ao período mais violento, em 1999, a redução da taxa de homicídios  de São Paulo é de 70%.

O sucesso da gestão paulista pode ser explicado com os processos de desestatizações nas últimas décadas. A criação do PED (Programa estadual de desestatizações) reduziu participações significativas do estado na economia paulista e fez o governo focar mais em segurança. Foram entregues a iniciativa privada rodovias, saneamento, distribuição de energia, o Banco Nossa Caixa e sua subsidiária de Seguros e Previdências, gestão de linhas de Metrô e etc. O estado conseguiu arrecadar entre 1995 e 2000, R$ 32,9 bilhões com as privatizações, sem correção monetária.

Com menos responsabilidades nas mãos do estado e mais dinheiro em caixa, o governo paulista conseguiu aumentar investimentos em segurança pública. Entre 2001 e 2005, o investimento em segurança pública cresceu 70%. A Pasta foi a segunda que mais recebeu recursos, ficando atrás apenas da Educação.

Os investimentos continuaram crescendo. De 2007 para 2008, o Estado de São Paulo apresentou um crescimento de 17,5% no investimento em segurança – a média nacional foi de 13,3%. O governo paulista se tornou o estado que mais investe em segurança pública do Brasil.

Com um estado menor e mais enxuto, com foco em segurança e educação,  São Paulo teve a maior redução de violência na década e se tornou a região mais segura do Brasil, ultrapassando até mesmo Santa Catarina, um estado bem menos populoso que São Paulo.

 

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20 COMENTÁRIOS

  1. Parabéns, São Paulo. Um estado que infelizmente faz parte do Brasil mas nunca pensou como o típico brasileiro. Aqui sempre predominou a iniciativa individual e estamos provando que nossa mentalidade permanece a mesma.
    A próxima diminuição de estado que São Paulo deve promover agora é a sua liberdade das garras de Brasília, o sanguessuga maior do nosso dinheiro.

  2. Existe um erro conceitual em associar “Estado seguro” e “taxa de homicídios”. O número de homicídios é majoritariamente lastreado no tráfico de drogas, controlado pelo crime organizado e afeta principalmente uma parcela típica da população de risco. O melhor indicador de “Estado seguro” são os crimes contra o patrimônio (Furto/Roubo/Latrocínio).

    • Esse negócio de o PCC impedir pessoas de matar por ai é uma história que precisa ser muito bem contada e provada. Dentro da favela até acredito, mas fora dela…nunca das vezes em que pensei e dar um tiro na cabeça de de algum folgado deixei de fazer por medo do PCC, mas pela minha própria consciência e medo da polícia também.

  3. Saneamento? Que viagem é essa bicho? A Sabesp é uma empresa de economia mista e é (salvo engano) a que tem a maior área de atendimento no mundo. E tá na mão do Estado, vocês não fazem ideia do que os governantes fazem com a Sabesp. Puta monopólio estatal do crl. E pasmem, mesmo prestando um serviço ruim é referência no país inteiro.

    • Eu imagino como deve ser no resto do país então…mas de fato eu sou totalmente a favor de livre mercado para tudo, inclusive segurança, mas até que a SABESP para uma empresa estatal tem lá seu valor.

  4. Eu me pergunto sempre se os números do Estado do Rio considerando seu estado de sucateamento são confiáveis. Pois a impressão que tenho é que a situação lá está entre as piores do país nesse momento, com piora drástica de 1 ano pra cá.

    • Boa reflexão, que desgraça vive o resto do país. e principalmente onde Lula estava inserido no governo com seus tentáculos.

    • O problema é que o Brasil não quer a mesma coisa que os paulistas. Isso historicamente é bem claro, e foi mais uma vez reforçado com o fato de que São Paulo é o estado que mais odeia e protesta contra o PT, enquanto em alguns lugares o Lula é idolatrado. Nâo é questão de julgamente de valor, mas cada estado tem suas visões de mundo e prioridades, e o pior é sermos forçados a nos digladiar por estamos no mesmo país.

  5. Os socialistas estão preocupados com a possibilidade de o dinheiro acabar. Nossa… nunca se preocuparam com isso na Venezuela. Com o estado a gerir tudo é que o dinheiro acaba.
    Com uma economia em que empresas e indivíduos pagam os seus impostos e o estado gere bem, o dinheiro não acaba. O dinheiro é arrecadado e gasto de forma correcta.

    • Dificil dizer, mas o maior ralo de “bilhões” do estado de São Paulo é na verdade Brasilia, que toma 1/3 do nosso PIB por ano sem retorno. É dessa que temos que nos livrar.

  6. Para tristeza da oposição lulopetista, Geraldo Alckmin é o melhor administrador desse país!

    • Menos quando por três vezes se deve mudar a empresa licitada para a construção da linha amarela, ou quando o contingente da PM está baixo e as contratações da Civil atrasadas. Ou ainda quando a estação Higienópolis-Mackenzie está atrasada há 4 anos. Ou quando as leis para contingente mínimo em cidades são revogadas para não ter que haver contratação de mais PMs, ou quando os professores da Cidade de São Paulo são melhores remunerados que os do estado. Preciso continuar? Abra os olhos, amigo. Lula, Alckmin e a corja são todos iguais.

  7. Ideal seria cruzar o tamanho do PIB dop estado, com % que depende de empresas do Estado e a % investida em segurança versus as taxas de homicidio.

    • Na verdade seria o PIB per capita nesse caso, mas descontado 1/3 do PIB do estado roubado por Brasilia sem retorno (500 bi ano passado).

    • privatizacao = tornar ao publico em privado, isso inclue concessoes, e capitalizacao de empresas, e nao necessariamente vender uma empresa inteira.

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