Com queda nas vendas, Globo irá extinguir versão impressa da Época

A Revista Época, editada pelo Grupo Globo, passará por mudanças em 2018. De acordo com o Poder360, a revista impressa será extinta para reduzir custos de operação. A versão em papel do veículo teve queda vertiginosa no número de assinantes nos últimos anos: de 412 mil (novembro de 2013) para 170 mil (maio de 2017). A versão digital da Época (91 mil assinantes em maio de 2017) seguirá no ar.

A sede da redação será transferida para o Rio de Janeiro, onde já se encontram outros jornais do Grupo Globo (O GloboExtraExpresso e Valor Econômico), o que deve significar maior integração entre os veículos e prováveis demissões.

Outra mudança na Época será na Direção da Redação. A jornalista Daniela Pinheiro, que estava na revista Piauí ocupará o cargo a partir de janeiro no lugar de Diego Escosteguy, editor-chefe da revista.

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Marcelo Faria

Presidente do ILISP e empreendedor.

5 COMMENTS

  1. A qualidade do papel, bem com a qualidade gráfica e as próprias matérias caíram muito em qualidade, eu
    era assinante e cancelei por todos estes motivos.

  2. Poiser… uma das consequências da narrativa da polarização da população, é justamente essa.. as pessoas estão decidindo boicotar o que não presta. Enquanto parecia que a população não criticava, (ou não se conseguia mensurar a insatisfação), era facil para eles…
    Mas, agora é diferente, as redes sociais permitem dar um retorno, como se fosse um dialogo, e não um monologo.

  3. Maravilha!!!! Viva a mídia independente, feita pelo povo e para o povo!!! Que essas corporações capitalistas que sempre desinformaram o povo Brasileiro para lucro próprio fechem tudo! Que o governo aumente taxas para sustentar os desempregados gerados por essas merdas que fecham!!! viva o socialismo!

  4. A Chefe da Revista Piauí de extrema Esquerda assume Revista Época. Isto sim é transformar em papel higiênico a revista

  5. – As organizações Globo estão em completa dessintonia com a sociedade. Ao invés de corrigir a rota, preferem radicalizar à esquerda. Um quarto de milhão de assinantes deixou de assinar o periódico. É evidente que a crise econômica e o acesso à informação via internet contribuíram para a derrocada. A revista Veja vai no mesmo caminho do Pasquim rumo à irrelevância e à falência.

    – Em vez de mudar o editorial, adotando conteúdos mais liberais na economia e conservadores no comportamento, a revista chama uma ex empregada da revista Piauí, de matriz de esquerda do grupo Folha de São Paulo.

    – Toda a grande mídia está fazendo uma aposta Kamikaze na eleição de 2018, vislumbrando uma volta “gloriosa” do Lulla ou de qualquer outra facção de esquerda (PSDB, PSOL, PCB, PDT …) para poder voltar a usufruir benesses do Estado regado a dinheiro do BNDES.

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