Coordenadora de movimento contra “censura” nas artes tentou censurar biografias na justiça

Foi lançada neste final de semana a campanha “#342 Artes – Contra a censura e a difamação”, formada por artistas coordenados por Paula Lavigne. Ironicamente, o grupo planeja combater a “censura” – na verdade, os boicotes e críticas feitos nas redes sociais nas últimas semanas contra exposições como Queermuseu e a “performance” com um homem nu sendo tocado por uma criança no MAM – por meio da verdadeira censura: processando políticos e movimentos que criticaram as “obras de arte”.

Um dos primeiros vídeos da campanha, feito por Fernanda Montenegro e divulgado por Vanessa da Mata, já está no ar:

A coordenadora do grupo de artistas “342 Artes”, Paula Lavigne, também coordena a Associação Procure Saber – da qual fazem parte Chico Buarque, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso e Erasmo Carlos, entre outros artistas – entidade que passou anos tentando censurar e proibir biografias não autorizadas por meio da justiça com base no “direito à intimidade e privacidade”. Em 2015, uma decisão unânime dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) liberou a publicação das biografias sem autorização prévia com base no direito à liberdade de expressão.

Paula Lavigne é ex-mulher de Caetano Veloso e causou polêmica em uma entrevista dada à revista Playboy onde afirmou que sua primeira relação sexual – com o compositor – foi aos 13 anos, na festa de aniversário de 40 anos de Caetano. De acordo com a legislação brasileira anterior a 2009, relação sexual com menores de 14 anos era considerada presunção de violência punível com pena de reclusão de acordo com o Código Penal.

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Marcelo Faria

Presidente do ILISP e empreendedor.

11 COMMENTS

  1. Ahhh esqueci , coloquem na próxima um cavalo inteiro , para zoofilia. Acho que isso também é cultural.

  2. É ridículo mensurar uma atitude invasiva e constrangedora para uma criança em fase ainda de formação . Realmente existe hoje é uma inversão de valores onde tudo que é permissivo , erótico e violento passou a ser normal , pois insufla o Ibope. Quem sabe nao chegou a hora de montar uma orgia romana com luxúria , gula, escravos , orgias.
    Assim pelo menos culturalmente englobava todos os itens hoje normais, sexo , violência , homossexualismo , descriminação , entre tantas outras coisas ditas culturais.
    O bom para vcs do movimento artes 342 é que conseguiram a globo para os apoiar , já que esta, é a que mais apela para itens de violência sexo inversão de valores, e a que os pagam, nao é mesmo?!?!
    Parabéns cultura da pornochanchada brasileira. Vcs merecem serem mesmo chamados de 3 mundo.

  3. Não importa que lei havia ou não, importa é o ato de um canalha de 40 anos que usa uma criança para seu prazer, não passa de um canalha.

  4. Acho que tem muita gente (Que se diz artistas querendo aparecer e reaparecer com este assunto, e a única forma é sendo ainda mais bizarros que os táis “artistas expostos! Tanta coisa acontecendo no mundo e essa galera que não se ocupa com coisas e situações que tragam benefícios a humanidade ocupando espaço na mídia! Que pena!!!

  5. políticos , jornalistas e artistas de ideologia esquerdista querem educar nossos filhos por meio de exposições libidinosas, cartilha de gênero nas escolas públicas, homossexualidade, nudez, beijo gay, erotização infantil, pedofilia, bestialidade,profanação do sagrado “É a patrulha ideológica esquerdista”. Vamos se opor na mesma medida, vamos incomodar, vamos protestar.
    [youtube=https://www.youtube.com/watch?v=tO_XvKXlLhI&w=640&h=390]

  6. Marcelo Faria, tem uma coisa… pela idade dela hoje, pelo que me lembro, o estupro não era uma Ação Penal Pública, um grande erro de nossos legisladores magistas à época, neste caso era necessário a representava o da vitima, que parece não ser o caso desta senhora, mas as marcas da violências ESTÃO aí, uma vez que a mesma apoia tais artes bizarras. Pelo menos hoje temos o ECA e o CP para socorrer nossas crianças!

  7. Só tem uma coisa errada na matéria, antes e depois de 2009, ter relação sexual com menor de 14 anos é estupro de vulnerável e não depende de consentimento, sendo portanto uma Ação Penal Pública Incondicionada.

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