Em nota oficial, PSOL defende a ditadura socialista de Nicolás Maduro

Durou pouco a dissimulação do apoio do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) à ditadura socialista de Nicolás Maduro. Em nota divulgada hoje pela Secretaria de Relações Internacionais do partido, o PSOL declara “toda a solidariedade à Revolução Bolivariana” na Venezuela.

De acordo com o partido, a ditadura socialista representa “duas décadas de conquistas populares, de apropriação da riqueza petroleira por parte do Estado, de expansão dos direitos e garantias sociais e de uma rota da transformações profundas”, enquanto a oposição é composta pela “direita ultraliberal, golpista e com sólidos laços com a Casa Branca e com o sistema financeiro internacional”.

Ainda de acordo com os psolistas, “as dificuldades maiores do país estão em sua crônica dependência do petróleo, quadro que só pode ser alterado com firme intervenção estatal” e a Constituinte convocada por Maduro para transformar o país oficialmente em uma ditadura “visa ampliar a legitimidade de um governo que mudou a face do país”.

A Venezuela passa por uma grave crise econômica graças ao socialismo: 81% da população do país está na pobreza e 87% se alimenta mal. Milhares de pessoas já fugiram para países próximos, incluindo o Brasil, enquanto outras brigam para comer comida do lixo ou caçam gatos, cachorros e pombos para comer.

4 COMENTÁRIOS

  1. Está corretíssimo o PSOL de defender o Maduro, é graças ao genocídio humano que a população deixa de passar fome, se não fosse o genocida Adolf Hitler o que seria da Alemanha Nazista?! Se não fosse o genocida Stalin o que seria da União Soviética?! Esses grandes ditadores assassinos acabaram com a fome de grande parte da sua população. Se você não matar as pessoas elas morrem de fome. Isso se chama sensibilidade social. Você acaba com a fome, com o analfabetismo, com a insegurança civil, promove o darwinismo, é uma limpeza em todos os sentidos. Os imperialistas americanos que consideram que pobre tem que sobreviver, mas como já dizia o saudoso deputado Justo Veríssimo “Pobre tem que morre tudo…”, ou como já dizia o finado grande amigo do “Amigo”, Fidel Castro, “Há de endurecer (o porrete), mas sem perder a ternura.” Com uma mão ele sacudia o altar e com a outra tombava o trono, ou mais ou menos isso…

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