Na Argentina, servidores públicos demitidos e sindicatos vão às ruas contra Macri

O presidente argentino Mauricio Macri enfrenta, nesta quarta-feira, a primeira greve de alcance nacional de funcionários estatais, apoiada por dois sindicatos em uma passeata até a Casa Rosada, em repúdio às milhares de demissões no setor público.

A Associação de Trabalhadores do Estado (ATE), com 240 mil afiliados em todo o país, organizou a jornada de protestos a que aderiram os dois setores em que se divide a Central de Trabalhadores Argentinos (CTA), junto a partidos de esquerda, segundo comprovou um jornalista da AFP.
Com informações do Jornal Zero Hora

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4 COMENTÁRIOS

  1. Gostaria de saber se a corja que comentou acima abriu mão em dezembro do 13º salário ou das férias do último período? Seria interessante também saber se os vagabundos em questão da última vez que ficaram desempregados abriram mão do seguro desemprego? Ou se abrem mão do FGTS? Sindicalista é vagabundo, mas essa corja não abre mão das conquistas da luta sindical! Raça desgraçada essa de trabalhadores que defendem o capital, são piores que os capitalistas, porque nada têm, ainda assim defendem os interesses de quem nos oprime. Todo apoio a luta dos trabalhadores do mundo!!!!!

  2. Fechou as torneiras, vagabundos reclamam.
    Os sindicatos envolvidos São ligados a corja Kirchner.
    Macri vai tirar de letra essa choradeira de vagabundos.

  3. Muito simples, para botar ordem na casa, o primeiro passo é acabar com o clientelismo demagógico, característico do falso socialismo, propalado pelo Foro de São Paulo e que apenas quer POSSUIR a radicalização que outrora pertencia aos militares. Os benefícios para os partidos sem qualquer ideologia, que não sejam as da apropriação indébita do erário e usurpação do patrimônio material e moral do país e do povo, são subornos e conquistas de cargos “lucrativos” no Poder Executivo.
    Assim, se Macri pretende acabar com o vandalismo governamental Lulo Chavista Kirchenerista bolivariano, deve começar por desarticular os cabides de empregos que emperram qualquer administração pública que se preze.

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