Para reduzir atrasos e aumento nos custos, Alckmin vai privatizar 60% das linhas de Metrô

O governo Geraldo Alckmin vem enfrentando problemas com o Metrô. Obras atrasadas, projetos que não são entregues, possibilidade de despejo e até um perdão de dívida da Alstom que gerou polêmica. O Ministério Público (MP) vai investigar o caso, aliás.

Em meio a tudo isso, surge, segundo reportagem da Folha de S. Paulo desta terça-feira (2), a proposta de privatizar até 60% das linhas do Metrô. A ideia é privatizar a operação de 6 das 9 linhas existentes ou planejadas nos próximos anos. E o plano é realizar a primeira concessão ainda até o final do ano.

Segundo o jornal, o primeiro “pacote” de privatizações reúna a linha 5-lilás (hoje do Capão Redondo até Chácara Klabin) e a linha 17-ouro (monotrilho que passará por Congonhas).

Além do “pacotão”, a linha 15-prata (monotrilho da zona leste) também será concedida à iniciativa privada, enquanto a linha 18-bronze (SP-ABC) deve ser tocada em regime de PPP (parceria público-privada).

4 COMENTÁRIOS

  1. Interessante esse estória do perdão da dívida da Alstom, afinal, quem compra de quem ?
    A Alstom está comprando trens do governo do estado e demorando pra pagar?

  2. Privatização é roubo. Nunca viu uma empresa dessas querer construir nada, vejo apenas elas comprando tudo por 10% do que NÓS o povo gastou. A esquerda destrói, a esquerda desacredita as estatais e depois a esquerda vende tudo. Mais de 90% de TODAS as privatizações feitas no Brasil foram feitas por governos e governantes de ESQUERDA! Preciso falar mais alguma coisa?

    • Privatização não é “roubo”. Roubo é manter as empresas estatais e gerando corrupção. Privatização é a solução.

      • Tanto o seu comentário como o principal estão corretos. Privatização não é roubo, mas no Brasil é conduzida com essa finalidade sim. É incrível quando vemos cases de sucesso em outros lugares da iniciativa privada realmente promovendo construções e melhorias para as cidades. No Brasil, de fato, primeiro o povo paga e depois paga novamente para quem assume a administração. Um negócio desses não existe em países sérios, mas o que esperar desse capitalismo de Estado que é o Brasil?

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