Prédio que desabou em São Paulo: uma tragédia estatal

O prédio de 26 andares que pegou fogo e desabou em São Paulo exemplifica como o estado “ajuda” os mais pobres.

  1. O prédio era da Caixa Econômica Federal (pra quê raio o estado tem que ter um banco?) e foi cedido à União (pra quê?), mas um conflito sobre pagamento de taxas na justiça estatal (com a sua tradicional “agilidade”) fez com que o prédio não pudesse ser vendido. Tivesse sido vendido quando ficou abandonado, há mais de uma década, ele estaria em pé até hoje e sendo utilizado para outros fins (privados).
  2. O prédio foi invadido (e não “ocupado”, imprensa de m…) em 2009 por criminosos do Movimento de Luta Social por Moradia (MLSM), que passaram a alugar (!) vagas no prédio por até R$ 500 por família. Ou seja: bandidos (Artigo 161 do Código Penal) invadem propriedades e exploram miseráveis cobrando aluguéis sobre a propriedade invadida. Tudo em nome dos “movimentos sociais” e com a conivência da grande mídia que “descobriu” que isso acontece somente depois da tragédia.
  3. Um bando de justiceiros sociais disfarçados de juízes garantem que estas e outras invasões continuem ao demorarem anos para determinar a reintegração de posse.
  4. O Ministério Público do Estado de São Paulo, mais especificamente a Promotoria de Habitação de Urbanismo, havia instaurado, em 24 de agosto de 2015, um inquérito civil para apurar possíveis riscos no imóvel, mas o caso foi arquivado. Por quê? Definiram que era “justiça social” e deixaram pra lá, né?
  5. A Defesa Civil e Secretaria Especial de Licenciamentos informaram que, a despeito do auto de vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) estar vencido – o que é um inferno para qualquer empreendedor que deseje atuar legalmente – não havia risco concreto que demandasse interdição. Por quê? Para “justiça social” não precisa de vistoria?
  6. O estado brasileiro segue tendo milhares de imóveis, que deveriam ter sido vendidos há muito tempo, enquanto é conivente com criminosos que vivem de invadir propriedades. Um deles, inclusive, será candidato à presidência da República este ano quando deveria estar na cadeia há anos. Pior: como possui o monopólio da força, não permite que soluções privadas sejam utilizadas para tirar os invasores das propriedades.
  7. Por fim, milhões de pobres honestos, trabalhadores e que lutam para comprar uma casa própria legalmente, como sempre, são os maiores prejudicados: financiam com altos impostos toda a gigante estrutura estatal e ainda têm que assistir criminosos burlando a lei para explorar miseráveis.

3 COMMENTS

  1. E infelizmente a tendência é piorar se o Brasil continuar no mesmo caminho.
    A partir do próximo ano será obrigatório declarar imóveis no IR.
    E se não for declarada renda proveniente deste imóvel, principalmente se for rural? Será considerado improdutivo e poderá ser invadido?
    Como é difícil regularizar um imóvel, com tantas taxas, registros e licenças. Mais fácil invadir e depois pedir usucapião

  2. A grande questão é Boulos e outros bandidos administrarem uma imobiliária de porte, locando imóveis sem possuírem nenhum título das propriedades e sem recolher nenhum imposto ao Estado. Uma alcatéia ganhando muito dinheiro às custas da exploração de miseráveis.

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