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A única forma de realmente reduzir a corrupção é reduzindo o tamanho do estado

Só vende favores quem tem favores para vender. Se o governo não estivesse atravessado no processo de mercado, isso é, se não houvessem regulamentações e interferências estatais na economia, não haveria espaço para que políticos fizessem suas manobras e conchavos.

A correlação entre liberdade econômica e baixo índice de corrupção é claríssima!
A correlação entre liberdade econômica e baixo índice de corrupção é claríssima!

Em um exemplo simples, por que o mercado de telecomunicações no Brasil é tão ruim (e tende a piorar, agora que a Vivo comprou a GVT)? Porque é um dos mercados mais regulados e engessados que temos no Brasil. O governo faz questão de impedir que haja concorrência nesse setor, o que em torno faz com que as poucas empresas que nele atuam ganhem muito dinheiro. Outro bom exemplo é o das construtoras envolvidas nos escândalos de corrupção que são destaque dos jornais hoje em dia – por que elas movimentaram tanto dinheiro? Porque os políticos permitiram que isso acontecesse ao aprovar projetos bilionários financiados pelo governo.

Quem se lembra que no começo dos anos 2000 a Microsoft quase foi fatiada em pedacinhos sob a acusação de que estaria monopolizando o mercado de softwares com seu combo Microsoft Windows + Pacote Office + Internet Explorer? Foi só Bill Gates começar a molhar a mão de lobistas em Washington que o caso sumiu das cortes e dos jornais. Depois disso a Microsoft nunca mais foi a mesma, se tornou uma empresa bem mais lenta e pouco inovadora, perdendo muitos de seus admiradores. O Internet Explorer sofre até hoje.

Como disse recentemente o Presidente do Conselho Federal da OAB sobre o sistema tributário brasileiro, ele “é feito para que ninguém consiga cumpri-lo, e, portanto, para que todos fiquem em mora com um estado acostumado a criar dificuldades para vender facilidades“. E é assim com praticamente todas as normas reguladoras, com todas as normas intervencionistas.

Qualquer um que tenha uma empresa ou que conhece um empresário bem sabe que o número de exigências burocráticas e tributárias para que o negócio funcione é enorme, praticamente impossibilitando-o de trabalhar e de manter seu negócio. Prosperar? Isso já é quase tabu, pecado, é proibido! Só prospera quem tem o aval do governo.

Não é só as alíquotas dos tributos que fustigam o pequeno e médio empresariado, mas navegar pelo emaranhado de leis tributárias chega a ser pior ainda que a mordida do leão!
Não é só as alíquotas dos tributos que fustigam o pequeno e médio empresariado, mas navegar pelo emaranhado de leis tributárias chega a ser pior ainda que a mordida do leão!

Como escapar dessa situação? Cortando o mal pela raiz. Diminuindo ao máximo as áreas de atuação do estado, minimizando ao máximo sua influência sobre o indivíduo e a economia — cortando os favores e facilidades que podem acabar no balcão de negócios dos agentes do estado. Quanto menos estado, menos achaques, menos abusos, menos corrupção.

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