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Mesmo com monopólio postal e isenção de impostos, Correios têm novo prejuízo de R$ 2 bilhões

Mesmo possuindo o monopólio dos serviços postais instituído pela ditadura militar, isenção de impostos e diversos outros benefícios por ser uma estatal, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) fechou 2016 com um prejuízo de R$ 2 bilhões, praticamente igual ao prejuízo da empresa em 2015.

Para conter o rombo da empresa, os Correios obtiveram autorização para a abertura de um Programa de Demissões Voluntárias (PDV). Os Correios possuem 117 mil funcionários e até 14 mil se enquadram nos critérios exigidos pelo PDV, que deve ser aberto ainda em janeiro. A meta é ter de 6 mil a 8 mil demissões voluntárias com economia anual entre R$ 850 milhões e R$ 1 bilhão. O público-alvo são empregados com mais de 55 anos e tempo de serviço suficiente para requerer aposentadoria. Quem aderir ao programa receberá por dez anos um valor calculado com base na média salarial dos últimos cinco anos e no tempo de serviço.

Além disso, os Correios aumentarão novamente os preços das tarifas postais em fevereiro ou março, provavelmente em 5,83%.

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