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A esquerda quer o fim do Uber porque é contra a liberdade para trabalhar

Um ano atrás, os partidos de esquerda fizeram um escândalo por causa da aprovação da reforma trabalhista, aquela que apenas concedeu um pouquinho mais de liberdade para que pessoas e empresas estabeleçam seus contratos de trabalho.

Ainda estamos a um oceano de distância do nível de liberdade de trabalho desfrutado nos países desenvolvidos e, ainda assim, as manchetes nos canais midiáticos da esquerda podem ser resumidas a “Temer aprova a volta da escravidão”.

Hoje, 27 de fevereiro, a Câmara dos Deputados analisará o substitutivo do Senado para o Projeto de Lei 5587/16, do deputado Carlos Zarattini (PT-SP), e pode reaprovar o projeto original da Câmara que extingue o Uber e demais aplicativos de transportes no Brasil.

É importante que saibamos que o esforço para inviabilizar aplicativos como 99, Cabify e Uber não se trata apenas da proteção ao cartel de licenças de táxis. É um esforço contra a liberdade individual.

Os aplicativos mencionados oferecem a liberdade para uma pessoa comum, proprietária ou não de um veículo, atender à necessidade de outras, ganhar dinheiro independente de sindicatos e governo, obter um novo meio de subsistência ou apenas reforçar sua renda.

Os aplicativos de transporte conferem ainda liberdade e poder aos usuários, cujas opiniões determinam quem permanece e quem sai desse mercado, obrigando os motoristas a serem responsáveis, educados, honestos e higiênicos.

Para a classe política dominada pela mentalidade estatista, esse nível de liberdade é uma afronta ao poder estatal de extorquir e humilhar os indivíduos.

Para a classe política impregnada da mentalidade socialista, não importa as vontades e necessidades das pessoas enquanto indivíduos, não importa o quanto esse ou aquele serviço não regulado satisfaz as pessoas.

Para os políticos, nada pode estar fora do estado, digo, fora das mãos de um pequeno grupo de parasitas que se dedicam a criar leis que fazem nada mais do que tornar a vida das pessoas mais complicada, cara e perigosa.

Eles sabem que, ao conceder liberdade para aplicativos como 99, Cabify e Uber, estão criando o precedente para conceder outras liberdades; e nada ameaça mais o socialismo do que a liberdade, a liberdade para as pessoas escolherem como trabalhar, quais produtos e serviços consumir.

O esforço contra os aplicativos de transportes une a grande maioria dos partidos porque eles sabem que a justificativa da existência dos próprios políticos depende do controle sobre a vida privada. Por isso, eles nunca terão pudor em restringir ou eliminar totalmente uma das mais importante liberdades individuais: a de trabalhar. A preservação do poder e dos privilégios que desfrutam depende da restrição dessa liberdade.

O esforço contra estes aplicativos torna ainda mais evidente que vivemos sob um regime socialista, seja qual for o partido que esteja ocupando a presidência da República.

Enquanto uma pessoa precisar pedir autorização do governo para trabalhar, estaremos reféns do socialismo.

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